Chris Pizzello/Invision/AP
Chris Pizzello/Invision/AP

Justin Timberlake volta a se apresentar no Super Bowl 14 anos após polêmica

Em 2004, cantor se apresentou ao lado de Janet Jackson, um dos mais polêmicos da história da decisão

EFE

01 de fevereiro de 2018 | 09h42

Philadelphia Eagles e New England Patriots se enfrentarão neste domingo, 4m no U.S. Bank Stadium, em Minneapolis, pelo Super Bowl, a final da liga de futebol dos Estados Unidos (NFL), que tem não só o grande jogo em si como atração, mas o sempre muito aguardado espetáculo musical do intervalo.

Em meio aos anúncios comerciais mais caros da televisão americana, Justin Timberlake será a estrela do megashow, depois de ter subido ao palco em 2001, ainda como membro do 'N Sync, e em 2004, ao lado de Janet Jackson, que se tornou um dos mais polêmicos da história da decisão.

Há 14 anos, no intervalo do Super Bowl, a irmã de Michael Jackson se apresentava acompanhado do cantor, que havia acabado de lançar o primeiro disco solo. No fim do show, Timberlake puxou uma peça da roupa da parceira e a deixou com um seio aparente. O ato se tornou um dos maiores escândalos da história da NFL e foi até apelidado de 'Nipplegate'.

A imagem foi transmitida ao vivo para um público estimado de mais de 140 milhões de pessoas, em todo o mundo. Por causa disso, a emissora americana CBS, que exibia a partida para os Estados Unidos, foi multada em US$ 550 mil (R$ 1,74 milhão, em valores atuais), pela comissão de comunicações do governo.

Os dois artistas negaram que havia intenção inicial da exibição do seio. Depois da polêmica apresentação, Janet Jackson caiu no ostracismo e não voltou mais ao Super Bowl, inclusive, entrando na lista negra de corporações de mídia dos EUA.

Justin Timberlake, por sua vez, volta 14 anos depois como o grande astro do intervalo. O anúncio foi feito em 22 de outubro, e desde então, a polêmica da última apresentação vem sendo lembrada.

Curiosamente, os shows do intervalo da final da NFL ganharam a atual dimensão com o mais famoso irmão de Janet, Michael Jackson, que se apresentou em 31 de janeiro de 1993. O Rei do Pop levou ao delírio o público com dois de seus clássicos, Billie Jean e Black or White.

Além disso, foi preparado um grande espetáculo pirotécnico, com queima de fogos, além de um centenas de pessoas no gramado, inclusive, fazendo parte de um mosaico, durante o descanso do duelo entre Dallas Cowboys e Buffalo Bills, que o time texano venceu por 52 a 17.

De lá para cá, vieram outros espetáculos inesquecíveis, como o show de Diana Ross, em 1996. Depois, por alguns anos, os intervalos eram temáticos, como em Os Reis do Rock e Pop, em 2001, com Aerosmith, 'N Sync, Britney Spears, Mary J. Blige e Nelly.

A partir de 2005, vieram as apresentações com astros principais, alguns acompanhados, outros em performance solo, como Paul McCartney, que há 13 anos arrebatou a torcida que acompanhava, justamente, outro duelo entre New England Patriots e Philadelphia Eagles, vencido por Tom Brady e companhia por 24 a 21.

No ano passado, Lady Gaga foi a estrela no NRG Stadium, em Houston. Enquanto os jogadores de Patriots e Atlanta Falcons estavam nos vestiários, a diva ganhou o público com sete músicas mixadas, encerrando com o hit Bad Romance.

A apresentação da Rainha do Pop no Super Bowl 50, nos canais oficiais da artista e da NFL no Youtube, somam mais de 46 milhões de visualizações.

 

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