Jane Birkin, Caetano e orquestra...

Musa inglesa, irreverente, baiano e coletivo carioca cantam Gainsbourg

Pedro Henrique França, de O Estado de S. Paulo,

28 de agosto de 2009 | 07h16

A cidade está ocupada por transgressores. Quase todos franceses. No MuBE, há exposição de Guy Bordin. Em breve, Isabelle Huppert estrela ‘Quartett’. E de uma só família, três ao mesmo tempo: a começar pela exposição Gainsbourg, no Sesc Paulista. Há ainda a filha Charlotte, no cinema com ‘Anticristo’, e a eterna musa de Gainsbourg e mãe de Charlotte, Jane Birkin (mãe e filha são inglesas, mas com muitos traços do transgressor Gainsbourg). Jane canta na quinta-feira, 3, e na sexta, 4, no Sesc Pinheiros. Mas os ingressos esgotaram em apenas duas horas.

 

Quem garantiu presença, verá uma bela reunião. Voltados à obra de Serge Gainsbourg, comparecem ainda ao show Caetano Veloso e a Orquestra Imperial. Foi de Stephane San Juan, da Orquestra, a iniciativa. Ele sonhava com a vinda do maestro Jean-Claude Vannier. E o sonho virou realidade. Arranjador original de grande parte da obra de Gainsbourg, Vannier está desde a semana passada no Rio, em ensaio. "Estamos aprendendo os arranjos diretamente com o original", conta Thalma de Freitas.

 

O show, que integra o ‘Ano da França no Brasil’, terá diversos clássicos de Gainsbourg - ‘Je t’aime... moi non plus’ está entre os mais esperados. Com todos no palco, ‘Je suis venu te dire que je m’en vais’ encerra a apresentação - que, avisa Thalma, tem sotaque brasileiro.

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