Integrante da Pussy Riot vai para solitária após tensão com presas

A roqueira e ativista Maria Alyokhina, integrante da banda russa Pussy Riot, foi transferida para uma cela solitária, a pedido dela própria, por causa de tensões com outras detentas, disseram autoridades nesta sexta-feira.

NASTASSIA ASTRASHEUSKAYA, Reuters

23 de novembro de 2012 | 10h05

Alyokhina, de 24 anos, cumpre dois anos de prisão por ter participado de um protesto contra o presidente Vladimir Putin numa catedral ortodoxa de Moscou. Ativistas disseram que o julgamento dela e de duas colegas de banda foi parte de um movimento governamental de repressão a dissidentes.

"Algumas tensões surgiram nos relacionamentos e, aparentemente, para evitar que essa situação se agrave, ela decidiu submeter uma solicitação à liderança da prisão, e eles a transferiram para uma cela solitária", disse uma porta-voz do serviço carcerário.

A porta-voz desmentiu relatos da imprensa russa de que Alyokhina teria tido atritos por questões religiosas com as colegas da prisão onde ela se encontra, a mais de mil quilômetros de Moscou.

(Reportagem adicional de Ludmila Danilova)

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