WILTON JUNIOR/ESTADAO
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Hotéis e Airbnb comemoram boa ocupação com o Rock in Rio

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, a ocupação deve ficar em 82%

Roberta Pennafort, O Estado de S.Paulo

21 de setembro de 2017 | 19h33

RIO - O Rock in Rio turbinou a hotelaria e os aluguéis via Airbnb. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, a ocupação deve ficar em 82%. Os bairros do Leblon, Ipanema, Copacabana e Leme, os mais turísticos da zona sul, são os mais procurados. Isso mesmo sendo o festival na Barra da Tijuca, na zona oeste. O bairro conta com boa rede, incrementada para a Olimpíada do ano passado - o evento esportivo teve na região um de seus polos.

O resultado da Abih é significativo porque a taxa de ocupação da edição do Rock in Rio de 2015 foi também em torno de 80%, e de lá para cá o número de leitos dobrou, por conta justamente da Olimpíada. Uma explicação pode estar no fato de 60% do público dessa vez ter vindo de fora do Rio (no passado, a plateia era majoritariamente do Rio).

O Airbnb divulgou que teve crescimento de 250% na esteira do Rock in Rio, na comparação com a edição passada. Da abertura, no dia 15, até o último dia, domingo, serão 40 mil hóspedes em imóveis no Rio conectados pelo site. Os bairros mais procurados foram Copacabana, Ipanema, Barra, Leblon e Recreio. Os viajantes vieram principalmente de outros estados brasileiros, da Argentina, Chile e Estados Unidos.

 

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