Milton Michida/AE
Milton Michida/AE

Há 15 anos morria Renato Russo

Letras do líder do Legião Urbana continuam a emocionar os fãs de rock nacional

estadão.com.br

11 de outubro de 2011 | 11h56

Há 15 anos morria Renato Russo, um dos maiores ícones da história do rock nacional, líder da banda Legião Urbana. Ao lado de Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, o grupo formado no início da década de 1980 lançou 16 álbuns e vendeu mais de 20 milhões de discos. Os fãs da Legião Urbana, de diversas idades, classes sociais e culturas diferentes, se sentiam profundamente tocados pelas letras de Renato.

Renato Russo nasceu no dia 27 de março de 1960 no Rio de Janeiro. A primeira banda do vocalista da Legião Urbana foi o Aborto Elétrico, ao lado de Fê Lemos e Flávio Lemos (Capital Inicial).

Em 1982, depois de abandonar o Aborto por conta de uma discussão com o baterista Fê Lemos, Renato conheceu Marcelo Bonfá (bateria), Paulo Paulista (teclado) e Eduardo Paraná (guitarra), conhecido como Kadu Lambach e formou um novo grupo, o Legião Urbana.

Após a apresentação, Paulo Paulista e Eduardo Paraná deixaram a banda. O próximo guitarrista seria Ico Ouro-Preto, irmão de Dinho Ouro-Preto, mas foi substituído por Dado Villa-Lobos. Renato Rocha (baixo) também entrou na banda.

O primeiro álbum, Legião Urbana, foi lançado em 2 de janeiro de 1985. Politizado, o disco contava com músicas como Será, Por Enquanto e a emblemática Geração Coca-Cola.

Depois do primeiro disco, vieram Dois, Que País É Este e As Quatro Estações, este último o mais vendido da história do Legião Urbana. Renato Rocha deixou o grupo devido a desentendimentos com os outros membros. O CD traz músicas como Pais e Filhos e Meninos e Meninas.

O último show da Legião Urbana aconteceu em 14 de janeiro de 1995, em Santos. Além dos álbuns da Legião Urbana, Renato gravou ainda três discos solo e cantou ao lado de Herbert Vianna, Adriana Calcanhoto e Cássia Eller.

Renato Russo morreu no dia 11 de outubro de 1996, em consequência de complicações causadas pela aids. Ele era soropositivo desde 1989, mas revelou publicamente sua doença anos depois. O músico deixou um filho, Giuliano Manfredini.

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