Patrícia Araújo/Divulgação
Patrícia Araújo/Divulgação

Guizado e convidados fazem show único em São Paulo nesta quinta-feira

Karina Buhr, Barbara Eugênia e Edgard Scandurra dividem o palco com o cantor e compositor paulistano

Julia Baptista - Estadão.com.br,

06 Abril 2011 | 19h00

Trompetista de formação e compositor por vocação, Guilherme Mendonça, 38 anos, conhecido como Guizado, tem despontado na cena musical alternativa. Com dois discos solos na carreira, Punx(2008) e Calavera (2010), ele recebe Karina Buhr, Barbara Eugênia e Edgard Scandurra para show único no Studio SP, em São Paulo. Nesta entrevista, ele adianta atrações do show, fala de projetos, parcerias e formação artística.

 

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O que esperar do show desta quinta-feira?

Vamos tocar músicas dos discos Punx e Calavera e algumas surpresas. Fizemos um arranjo novo para uma música da Bárbara Eugênia especialmente para esse show, que é um releitura de Grilos, do Erasmo Carlos, que ele lançou na década de 70. A canção tem a ver com ela, e a forma como arranjamos tem a ver com a gente também. Com o Edgar Scandurra, vamos tocar um música que era hit do Ira! nos anos 80, que é Gritos na Multidão. Música que eu ouvia muito quando era adolescente. Acho que vai ser muito legal a gente tocá-la no show. Fizemos um arranjo nosso para ela. Vai ser uma surpresa para muita gente.

Quais são os projetos para este ano?

A ideia é fazer bastante shows, rodar o disco nas principais capitais brasileiras. Vamos participar de um festival na Turquia, em julho, quando vai haver uma segunda edição. Na primeira edição não conseguimos ir porque não conseguimos a tempo as passagens.

É um festival de jazz?

É um festival de jazz e pop. Nessa edição, eles vão fazer uma conexão Turquia- São Paulo. Eles estão convidando bandas daqui da capital, e bandas da Europa e Estados Unidos.

A sua formação é como trompetista?

Me formei como trompetista. Mas depois de um tempo trabalhando como trompetista fui me aprofundando mais em harmonia, produção, programação eletrônica, que eu uso bastante no disco e nos shows. Agora estou escrevendo letras, compondo em geral.

Você compõe para parceiros também?

Na parte de parceria com outras bandas, eu colabora mais como trompetista e, às vezes também, fazendo programação. Tenho procurado fazer um som que tenha mais personalidade, que tenha alguma coisa diferente.

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