DANIEL TEIXEIRA/ESTADÃO
DANIEL TEIXEIRA/ESTADÃO

'Flowers in the Dirt', disco solo de Paul McCartney, será relançado

Álbum registra a parceria do ex-Beatle com Elvis Costello e David Gilmour

O Estado de S.Paulo

16 Dezembro 2016 | 16h38

MADRI - Flowers in the Dirt (1989), o 10° álbum da coleção de Paul McCartney Archive Collection, ganhadora de vários prêmios Grammy, será relançado em 24 de março, segundo informou nesta sexta-feira em comunicado a Universal Music, MPL e Capitol, gravadoras responsáveis pelo lançamento.

O álbum Flowers in the Dirt, número 1 em nível internacional em 1989, será editado em formato de duplo CD, duplo vinil, digital e uma caixa de 3CD mais DVD "deluxe" com vídeos inéditos, letras e notas de McCartney, um catálogo fotográfico feitos por Linda McCartney e um livro de 112 páginas contando a história de como foi produzido.

Flowers in the Dirt uniu McCartney com Elvis Costello. Entre os produtores envolvidos estão Mitchell Froom, Trevor Horn, David Foster, Steve Lipson, Costello e o próprio McCartney.

O guitarrista do Pink Floyd David Gilmour toca em We Got Married e George Martin assina as regras de corda de Put It There. As músicas de Flowers in the Dirt começaram a ser gravadas em 1987 e a maior parte do álbum foi gravado no estúdio do ex-Beatle, Hog Hill Mill, em East Sussex.

Durante as sessões, conta as gravadoras no comunicado, Costello convenceu McCartney a desenterrar seu "icônico" baixo Höfner pela primeira vez em anos, algo que ele lembra.

"Eu já tinha deixado ele de lado. Comecei a tocá-lo outra vez e nunca mais voltei a olhar para trás. É ótimo que Elvis tenha me incentivado a usá-lo", dizia McCartney.

O álbum original contém 12 canções e foi remasterizado para todos os formatos nos estúdios Abbey Road. A edição Deluxe contém dois discos com 18 bonus tracks de "demos" inéditas escritas e interpretadas por McCartney e Costello.

"As demos são muito recentes e por isso queríamos inclui-las nesta caixa. O bom destas canções é que acabam de ser escritas, por isso que não há nada mais recente que elas. Não as tinha escutado em séculos, mas quando ouvi, sabia que tínhamos que publicá-las", afirma o músico.

 

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