Filme e show trazem o trio Jonas Brother ao País

Seguindo a trilogia 'abstinência, toddynho e rock and roll', eles chegam ao Brasil como um tornado

AE, Agência Estado

15 de maio de 2009 | 10h06

Kevin, Joe e Nick Jonas estão dormindo. Cada um ocupa uma cama king size na suíte master de um hotel de luxo, em Nova York. O segurança 'Big' Rob Feggans, sem a menor delicadeza, vai de cama em cama sacudindo cada um deles. Quando Joe se levanta, de cara amassada, a gritaria de meninas que têm entre 10 e 21 anos é generalizada no cinema. Joe ameaça reclamar da maneira como é acordado, mas é interrompido por 'Big' Rob, que diz: "Vivendo o rock!" Aos que ainda não conhecem, eles são os Jonas Brothers, o mais novo fenômeno adolescente.

Se você nunca ouviu falar deles, prepare-se para uma overdose. A cena acima ocorreu no lançamento do filme Jonas Brothers 3D - O Show, que estreia no País no dia 29. Uma semana antes, no dia 24, os fãs poderão conferir o show que o trio fará em São Paulo, no estádio do Morumbi, com ingressos que custam até R$ 600. Com apenas três anos de carreira e três discos lançados, os irmãos já venderam mais de 12 milhões de cópias e são figurinhas carimbadas em diversos programas e filmes da Disney, como Camp Rock, High School Musical e Hannah Montana. Agora, eles estrelam um programa próprio, chamado J.O.N.A.S.

Assim como todo fenômeno pop, o modo de se vestir, de se portar e até a religião influenciam os jovens em todo o mundo. Com pinta de bons moços e esbanjando boas maneiras, eles conquistaram não só os fãs, mas seus pais. Evangélicos, os três usam um anel prateado que simboliza que se manterão virgens até o casamento. Miley Cyrus, ex-namorada de Nick Jonas e que interpreta a Hannah Montana, também usa o anel.

A joia faz parte de um movimento internacional criado nos Estados Unidos, o Silver Ring Thing. No Brasil, o responsável é o pastor Gerson Freire, da Igreja Presbiteriana de Buritis, em Belo Horizonte (MG). ?O anel não é uma bijuteria, é coisa séria?, diz Freire, que estima em 100 mil adolescentes os adeptos em todo o mundo. No País, a meta é atingir, até o final do ano, 15 mil jovens. As informações são do Jornal da Tarde.

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