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Festival de percussão 'Percpan' comemora 21 edições em Salvador

Evento será realizado até a noite de sábado, 21

O Estado de S.Paulo

19 Janeiro 2017 | 03h00

A percussão e a Bahia. A Bahia e o batuque. Feitos tão um para o outro, é impossível pensar em outro lugar para a realização do Percpan, festival que já ultrapassou a maioridade e entra enfim para os 20 e poucos anos. A partir desta quinta, 19, a programação musical tem início no Teatro Castro Alves, no bairro de Campo Grande, em Salvador. Serão três dias de shows, até sábado, 21, cada data será caracterizada por uma temática. O produtor musical Alê Siqueira assina a curadoria do evento e o jornalista e referência em música Hagamenon Brito foi chamado para realizar a consultoria artística desta 21.ª edição. 

A primeira noite é chamada Rime: Ritmo e Melodia, cuja ideia é valorizar as nuances e a sonoridade singela de alguns instrumentos de percussão. É o caso dos poloneses do GlassDuo, que produz música com taças de cristal. O resultado é psicodélico, delirante, tão qual o som de Sona Jobarteh, outra atração da noite. O frio polonês do som é trocado pela quentura de Gâmbia e da kora, uma espécie de harpa do país africano. A instigante banda Khusugtun, da Mongólia, encerra o dia. 

Na sexta-feira, 20, ainda no Teatro Castro Alves, na noite chamada Inclua, as atrações são o Trio MultiFaces, o Grupo de Referência de Ourinhos e o Coletivo Rumpilezzinho. O sábado, 21, deixa o teatro e vai ao Terreiro de Jesus, no centro histórico da cidade, onde o violonista Roberto Mendes mostrará seu show O Samba Antes do Samba, uma apresentação de importância histórica por fazer a ponte entre as gerações de sambistas baianos.

 

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