Ítalo Reis/Estadão
Ítalo Reis/Estadão

'Fazer parte da Virada é sempre uma honra', diz Gloria Groove; veja outras atrações

Em meio à divulgação de seu mais recente álbum, ‘Lady Leste’, cantora sobe ao Palco Itaquera neste sábado, 28

Murilo Busolin e Danilo Casaletti, Especial para o Estadão

27 de maio de 2022 | 05h00

Orgulhosa de suas origens na Zona Leste de São Paulo, a drag queen e cantora pop Gloria Groove volta a se apresentar na Virada Cultural justamente nesta região da cidade, no Palco Itaquera, neste sábado, 28. Nada mais propício para alguém que está divulgando um recém-lançado álbum intitulado Lady Leste. 

“Voltar agora (à Virada) tem um gosto especial de retorno aos palcos e do reencontro com o público, ainda mais nessa edição onde poderei trazer meu show pra dentro da minha ZL em plena repercussão de Lady Leste, nome do meu álbum que traz a minha origem no nome”, diz Gloria Groove. “Espero que seja uma noite inesquecível de muita cultura e diversão pra todo mundo que vai colar na Praça Brasil.”

A cantora, que participou das edições de 2018, no palco da Praça da República, e de 2020, em um show transmitido ao vivo do Teatro Municipal no auge da pandemia de covid-19, diz estar ansiosa por voltar à Virada. “Estamos todos ansiosos por esse show! Fazer parte da Virada Cultural é sempre uma honra”, afirma. “É um rolê pra ir com os amigos e também com a família.”

Gloria Groove sobe ao palco às 21h. Antes dela, se apresentam a cantora Lauana Prado, às 17h, e o cantor Rael, às 19h. No domingo, 29, é a vez da cantora Pocah, às 13h, seguida pelo sambista Ferrugem, às 15h. Quem encerra as apresentações é o rapper Djonga, às 17h.

 

Palco Itaquera. Praça Brasil. Av. Nagib Farah Maluf, s/nº (Conjunto Habitacional José Bonifácio)

OUTROS DESTAQUES DA VIRADA

Sidney Magal 

O cantor, que está prestes a ser tema de um musical, solta a voz para cantar músicas que se tornaram populares em sua voz entre os anos 1970 e 1990, como Me Chama Que Eu Vou e Sandra Rosa Madalena. Antes dele, quem abre o palco da zona norte da cidade, às 16h, é o sambista Jorge Aragão.

Sáb., 20h. Palco Luiz Dumont Villares. Av. Luiz Dumont Villares, altura do nº 1.400.

Luísa Sonza

A cantora e compositora, dona de hits como sentaDONA  e Penhasco, tem firmado parceria com grandes nomes da música brasileira e conquistado cada vez mais fãs para dançar. Depois dela, quem faz o show de encerramento, às 17h30, é a banda Planet Hemp. No sábado, tem show de Kevinho, às 23h, e de Margareth Menezes, às 20h30.

Dom., 15h. Palco Viaduto do Chá, Centro.

Ludmilla

A cantora, que traz o funk e o samba para suas músicas, mostra sucessos como Rainha da Favela, Onda Diferente e Cheguei. Antes dela, às 15h, se apresenta o sambista Diogo Nogueira.

Dom., 17h. Palco Freguesia do Ó. Av. Miguel Conejo, s/nº. Altura da Pça. Dolmann.

​Sandra de Sá

Representante da soul music brasileira, a cantora Sandra de Sá mostra sucessos que interpretou ao longo da carreira, entre eles, Retratos e Canções, Joga Fora, Bye Bye Tristeza e Olhos Coloridos.

Sáb., 23h. Sesc Pompeia. Comedoria. R. Clélia, 93, Pompeia. Gratuito.

 

João Carlos Martins e Vai-Vai

No show oficial de abertura da Virada, o maestro vai reger a Bachiana Filarmônica Sesi São Paulo que executará Bach e, depois, terá no palco a participação da escola de samba Vai-Vai. 

Sáb., 17h. Palco Freguesia do Ó. Av. Miguel Conejo, s/nº.

Criolo

O rapper, que acaba de lançar o álbum Sobre Viver, sobe ao palco com músicas que pedem justiça social e liberdade religiosa. Sucessos como Não Existe Amor em SP e Convoque Seu Buda não faltarão. Antes dele, às 19h, a cantora Ana Cañas se apresenta com músicas de Belchior.

Sáb., 21h. Palco Parada Inglesa. Av. Luiz Dumont Villares, altura do nº 1.400.

 

Maria Alcina

Comemorando 50 anos de carreira, a cantora mostra sucessos como Fio Maravilha, música que a apresentou para o grande público, e as populares Prenda o Tadeu e Bacurinha

Dom., 11h. Centro Cultural Cidade Tiradentes. Rua Inácio Monteiro, 6.900.

 

Sarau das Pretas

O sarau artístico-literário protagonizado por Débora Garcia, Elizandra Souza, Jô Freitas e Taisson Ziggy apresenta às 18h a intervenção Nosso Reencontro, que aborda temas como ancestralidade, gênero e feminismo. Depois, às 19h, será exibido o documentário O Olhar de Edite, com bate-papo com o diretor Daniel Fagundes e dona Edite, mestra da literatura periférica de São Paulo. 

Sáb. Sesc Santo Amaro. Praça Coberta. R. Amador Bueno, 505

Dança

A Umbuzeiro Arte e Cultura promove uma experimentação lúdica tendo o elemento água como inspiração. Tudo acontece por meio de estímulos físicos e sonoros da puxada de rede, da capoeira e do samba de roda.

Sáb., 28, 18h30; dom., 16h30. Sesc Avenida Paulista. Av. Paulista, 119.

 

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