Som Livre / Divulgação
A cantora Marília Mendonça morreu na tarde desta sexta-feira, 5, após a queda do avião que a levava para um show em Minas Gerais. Som Livre / Divulgação

Marília Mendonça: Amigos e fãs lamentam a morte da cantora

Artista faria um show em Minas Gerais na noite desta sexta-feira, estava em um avião que caiu nas proximidades do aeroporto

Daniel Silveira e Luiz Henrique Gomes, Especial para o Estadão

05 de novembro de 2021 | 18h19
Atualizado 05 de novembro de 2021 | 21h07

Amigos e fãs lamentaram nas redes sociais a morte da cantora Marília Mendonça, na tarde desta sexta-feira, 5. Marília foi vítima com mais quatro pessoas de uma queda de avião na serra de Caratinga, em Minas Gerais.

Junto da cantora, estavam o produtor Henrique Ribeiro, o tio e assessor da cantora Abicieli Silveira Dias Filho, o piloto e o copiloto do avião.

No seu perfil do Instagram, o cantor de forró Wesley Safadão foi um dos primeiros a dar declarações sobre a morte da artista. "Você é única, sua estrela brilhará para sempre. O Brasil perde uma grande artista e principalmente uma grande mulher. Meus sentimentos aos familiares e amigos de todos que estavam no avião, descansem em paz", escreveu em uma postagem.

As cantoras Maiara e Maraisa, com quem Marília Mendonça tinha lançado uma música na manhã desta sexta-feira, publicaram em suas contas no Instagram, a nota oficial do escritório WorkShow, que agencia a carreira das cantoras e de outros sertanejos. 

Gal Costa, que gravou uma música com Marília Mendonça para o disco A Pele do Futuro (2018), também lamentou a perda e relembrou o talento de Marília. "Uma menina genial, brilhante no seu segmento como compositora. Uma pessoa jovem, carinhosa, que deixa um filho pequeno. É uma perda irreparável. Meus sentimentos à família. Muito triste, tudo muito triste.

No Instagram, Caetano Veloso destacou as citações à Marília Mendonça na música "Sem samba não dá", lançada recentemente no último disco do cantor (Meu Coco, 2021). Caetano escreveu que foi arrebatado pelo talento da cantora durante um show. "[O arrebatamento] era tão grande que não só me pareceu justo que ela surgisse duas vezes na canção (sic) como que, em uma delas, seu nome viesse como Mar(av)ília Mendonça", escreveu.

"Estou arrasada e em choque com a morte de Marilia Mendonça. É uma tragédia! Sinto imensamente por ela, pelo filhinho Léo,pelo marido, pela família, pelos outros que morreram no acidente. Ela era uma artista gigante no auge da carreira. Uma tristeza sem tamanho", declarou a cantora Daniela Mercury

Além de artistas, famosos de outras áreas falaram sobre a fatalidade. No Twitter, o jogador Neymar escreveu minutos depois da confirmação: "Me recuso acreditar, me recuso".

A apresentadora Tatá Werneck também deixou uma mensagem nas redes sociais. "Que tristeza senhor Deus. Meu Deus. Que tristeza senhor. Um filho pequeno. Uma carreira brilhante. Meu Deus. Que tristeza", escreveu Tatá no Twitter.

O youtuber Felipe Neto também usou o Twitter para homenagear a cantora. "Que tragédia, que tristeza, que perda. Os mais profundos sentimentos para as famílias de todas as vítimas desse acidente terrível. Marília Mendonça, você fez história. Não há palavras".

O apresentador Danilo Gentili publicou que está triste com a perda, usando uma imagem da cantora em seu programa.

O perfil da Chapecoense também publicou mensagem. "Um turbilhão de sentimentos toma o nosso coração quando tragédias como essa acontecem", escreveram no Twitter. "Diante de tamanha dor, expressamos a nossa solidariedade e desejamos aos familiares e amigos da cantora Marília Mendonça e demais vítimas força e resiliência. Nossas orações estão com vocês."

A atriz Dani Calabresa falou em sua conta no Twitter. "Ela alegrou tanto a gente com as lives durante a pandemia." 

A ex-BBB Juliette publicou no Twitter:  "Lamento profundamente a inestimável perda de Marilia Mendonça. Mulher, artista, mãe e ícone brasileiro."

A cantora Ludmilla também usou sua conta no Instagram para lamentar. "Inacreditável, eu tento e não consigo encontrar palavras", escreveu.

Fernando, da dupla Fernando e Sorocaba, também comentou a morte da amiga. "Que Deus conforte o coração de todos familiares das vítimas nesse momento tão difícil. Marília, sua estrela vai brilhar pra sempre em nossos corações", escreveu.

Também no Instagram, a dupla Matheus e Kauan publicou uma foto em que os dois cantam com a artista. "Inacreditável… sem palavras!" As palavras foram seguidas por um emoji de coração partido.

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Cantora Marília Mendonça morre aos 26 anos em acidente aéreo

Queda da aeronave ocorreu no interior de Minas Gerais, onde artista tinha um show marcado para esta noite; mais quatro pessoas morreram

João Ker e Gonçalo Junior, O Estado de S.Paulo

05 de novembro de 2021 | 18h07
Atualizado 05 de novembro de 2021 | 22h05

Correções: 05/11/2021 | 21h24

A cantora Marília Mendonça, de 26 anos, morreu nesta sexta-feira, 5, após a queda de um avião de pequeno porte em uma cachoeira próximo ao município de Caratinga, a cerca de 300 quilômetros de Belo Horizonte, no interior de Minas Gerais.

Também morreram o seu produtor Henrique Ribeiro, seu tio e assessor Abicieli Silveira Dias Filho, o piloto Geraldo Martins de Medeiros Junior e copiloto do avião Tarcísio Pessoa Viana. O avião decolou de Goiânia com destino a Caratinga, onde Marília teria uma apresentação esta noite.

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) informou em nota que o avião atingiu um cabo de uma torre de distribuição da companhia no município de Caratinga. Não está claro qual o papel desse choque para a queda da aeronave.

A Polícia Civil afirmou, em entrevista coletiva na noite desta sexta-feira, que não tem condições de determinar a causa do acidente aéreo, mas encontrou destroços de uma antena de energia elétrica no local da queda da aeronave. "A gente não pode falar sobre a causa do acidente. Há destroços de uma antena que sugere que o avião tenha colidido com essa antena", afirmou Ivan Salles, delegado regional da Polícia Civil de Caratinga.

“A perícia compareceu ao local e fez os trabalhos. Amanhã continuam os trabalhos. Cabe à Polícia Civil acionar a Cenipa para saber as causas do acidente”, completou. 

Os policiais também foram cautelosos em relação à causa da morte dos ocupantes. “Foi um acidente com uma energia de grande impacto, que causou diversos traumas nos ocupantes”, diz o médico legista Pedro Fernandes.

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a aeronave operada pela PEC Táxi Aéreo era de modelo C90A e tinha sido fabricada em 1984. Sua situação de aeronavegabilidade (condições para voo) é "normal" e o certificado foi emitido em agosto do ano passado. 

O caso mobilizou a atuação de policiais militares, bombeiros e profissionais do Samu, que se deslocaram ao local da queda. A população da região também foi para a área. Imagens transmitidas por uma rede local mostraram a aeronave de pequeno porte sobre as pedras da cachoeira, com a fuselagem avariada.

A retirada dos corpos envolveu um esforço que teve de levar em consideração o risco de a aeronave se deslocar pela força da água da cachoeira. Até o início da noite, os trabalhos ainda continuavam ocorrendo para a remoção de vítimas fatais cujos corpos estavam presos na estrutura danificada do avião. Iluminação artificial foi acionada para auxiliar o trabalho. 

As causas do acidente ainda não foram esclarecidas. A Polícia Civil de Minas Gerais informou ter enviado uma equipe de peritos para o local. O caso deverá ter investigação da Aeronáutica por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). 

A Aeronáutica informou que investigadores Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA 3), localizado no Rio de Janeiro, irão ao local na tentativa de identificar indícios e retirar partes da aeronave para análise. "Não existe um tempo previsto para essa atividade ocorrer, dependendo sempre da complexidade da ocorrência", declarou em nota.

Duas horas antes do acidente aéreo, Marília havia postado um vídeo em suas redes sociais no qual aparece a caminho da aeronave e já dentro do avião. Nele, a artista fala sobre o fim de semana de shows em Minas Gerais e das comidas típicas da região. Veja abaixo:

Correções
05/11/2021 | 21h24

O Corpo de Bombeiros corrigiu o nome do copiloto para Tarcísio Pessoa Viana

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Saiba quem foi Marília Mendonça, a voz feminina do sertanejo

Cantora de 26 anos, vítima de acidente aéreo nesta sexta-feira, deixa legado para a representação feminina no gênero musical

André Cáceres, O Estado de S.Paulo

05 de novembro de 2021 | 18h28
Atualizado 05 de novembro de 2021 | 21h07

Correções: 05/11/2021 | 21h05

A cantora Marília Mendonça, morta nesta sexta-feira, 5, aos 26 anos, num desastre aéreo a bordo de um avião de pequeno porte em Caratinga. interior de Minas Gerais, deixou um legado relevante para a representação feminina no gênero musical sertanejo. Ela deixa seu filho pequeno Léo, de pouco menos de dois anos.

Goiana de Cristianópolis, Marília começou sua carreira musical como compositora, escrevendo sucessos para duplas como Henrique & Juliano, João Neto & Frederico, Matheus & Kauan e Jorge e Matheus, além dos cantores Wesley Safadão e Cristiano Araújo, também morto prematuramente em um acidente automobilístico, em 2015.

Foi apenas a partir de 2014, após emplacar várias músicas como Até Você Voltar, Cuida Bem Dela e É com Ela que Eu Estou, na voz de outros artistas, que Marília Mendonça se lançou como cantora em carreira solo. 

Em 2015, a cantora despontou com o sucesso Infiel, uma das músicas mais executadas nas rádios brasileiras. 

Se suas letras, mesmo aquelas compostas para vozes masculinas, já haviam dado indícios de uma postura mais feminina no sertanejo, foi em 2016, com Agora É Que São Elas, parceria de Marília Mendonça com Maiara & Maraisa, que ela se firmou como uma das principais vozes femininas do estilo. O trio continuaria lançando músicas em conjunto até hoje.

Desde então, Marília chegou a figurar, em 2019, como a artista brasileira mais ouvida em um ranking do YouTube, e a 13ª em todo o mundo. Nesse mesmo ano, Marília venceu o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Sertaneja por Todos os Cantos.

Em 2021, a cantora já havia lançado Nosso Amor Envelheceu, seu mais recente álbum solo. 

No dia do acidente, Marília havia estreado a música Fã Clube, parceria com Maiara & Maraisa.

Correções
05/11/2021 | 21h05

Uma versão anterior desta matéria informava incorretamente que o cantor Cristiano Araújo havia morrido em um acidente aéreo. O cantor morreu em um acidente automobilístico. 

Tudo o que sabemos sobre:
Marília Mendonçamúsica

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

'Sentimento é de que perdemos alguém muito próximo', diz Bolsonaro sobre morte de Marília Mendonça

Cantora de 26 anos morreu em acidente aéreo na tarde desta sexta-feira no interior de Minas Gerais. Presidente classificou a artista como uma das maiores de sua geração

Lauriberto Pompeu, O Estado de S.Paulo

05 de novembro de 2021 | 20h10

BRASÍLIA - O presidente Jair Bolsonaro lamentou a morte da cantora Marília Mendonça, de 26 anos, que aconteceu em um acidente aéreo nas imediações da cidade de Caratinga (MG), na tarde desta sexta-feira, 5. “O sentimento é de que perdemos alguém muito próximo, já que Marília sempre esteve presente em nossas vidas através de suas canções", escreveu ele nas redes sociais.

Bolsonaro classificou a cantora como "uma das maiores artistas de sua geração, que com sua voz única, seu carisma e sua música conquistou o carinho e a admiração de todos nós".

A tristeza com a tragédia que tirou a vida de Marília Mendonça tomou conta das mensagens postadas nas redes sociais. Ministros, governadores de diversos partidos, deputados, senadores e pré-candidatos a presidente na eleição de 2022 lamentaram o acidente.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), decretou luto oficial de três dias no Estado, terra natal da artista. Os presidentes da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), também se manifestaram.

Lira afirmou que é fã das músicas da artista. "A rainha da sofrência, Marília Mendonça, sempre foi uma voz e presença de alegria e simpatia. Isso vai ficar sempre no coração e nas memórias de todos nós, fãs dela - como eu", disse o deputado. Pacheco, por sua vez, afirmou que expressa "profundos sentimentos aos familiares, aos milhares de fãs e aos amigos da artista".

Os ministros Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), Gilson Machado (Turismo), Fábio Faria (Comunicações), João Roma (Cidadania) e Anderson Torres (Justiça e Segurança Pública) externaram as condolências pela perda da artista e exaltaram sua carreira na música. A Secretaria Especial de Cultura do governo federal emitiu nota para destacar que "Marília Mendonça deixa um legado para a música regional brasileira e cultura do Brasil". “Certamente não será esquecida", diz o comunicado.

Marília morreu aos 26 anos, após a queda de um avião de pequeno porte em uma cachoeira próximo ao município de Caratinga, a cerca de 300 quilômetros de Belo Horizonte, no interior de Minas Gerais.  Também morreram o produtor Henrique Ribeiro, seu tio e assessor Abicieli Silveira Dias Filho, o piloto e co-piloto do avião. O avião decolou de Goiânia com destino a Caratinga (MG), onde Marília teria uma apresentação na noite desta sexta-feira, 5.

"Meus sentimentos aos familiares das vítimas e aos fãs dessa artista tão querida por todos nós mineiros", escreveu o governador de Minas, Romeu Zema (Novo), nas redes sociais. Outros governadores, como Ronaldo Caiado (DEM-GO), João Doria (PSDB-SP), Rui Costa (PT-BA), Eduardo Leite (PSDB-RS) e Camilo Santana (PT-CE) também lamentaram a morte da cantora.

Veja a seguir, mensagens postadas nas redes sociais por políticos e autoridades sobre a morte de Marília Mendonça

Arthur Lira, presidente da Câmara

Secretaria Especial de Cultura da Presidência

Onyx Lorenzoni, ministro do Trabalho e Previdência

Anderson Torres, ministro da Justiça e Segurança Pública

João Roma, ministro da Cidadania

Fábio Faria, ministro das Comunicações

Gilson Machado, ministro do Turismo

João Doria (PSDB), governador de São Paulo

Eduardo Leite (PSDB), governador do Rio Grande do Sul

Ronaldo Caiado (DEM), governador de Goiás

Camilo Santana (PT), governador do Ceará

Rui Costa (PT), governador da Bahia

Sergio Moro, ex-juiz e ex-ministro da Justiça

Luiz Henrique Mandetta (DEM), ex-ministro da Saúde

Ciro Gomes (PDT), ex-governador do Ceará

Tudo o que sabemos sobre:
acidente aéreo

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Mais do que sofrências, Marilia Mendonça deixou uma libertação

Ao escancarar sua vida no palco, cantora desafiou o machismo urbano e trouxe consigo a vida de brasileiras que jamais haviam sido representadas por uma música popular em uma escala tão grande

Julio Maria, O Estado de S.Paulo

05 de novembro de 2021 | 20h37

Marília Mendonça pode levar um tempo para ser entendida como algo maior do que a cantora que chegou às multidões de jovens consumidores da música sertaneja de sofrência. A tal sofrência, com ela, deixou de ser um estado de espírito para se tornar um gênero de massa, mas isso também seria reduzi-la. Ali havia mais do que um ponto importante na sequência temporal da modernização iniciada por Chitãozinho & Xororó nos anos 70, mantida por Zezé Di Camargo & Luciano nos 80 e 90 e, revista em sua escola de voz e em sua temática, muito mais sexualizada, pelas duplas que trouxeram o único gênero que não conhece crises para os anos 2000. Marília, para o bem e para o mal, fazia parte de uma transformação que o meio sertanejo demorou para entender e o meio não sertanejo sempre esteve pronto para alvejar.

Sua vida artística concentrada em dez anos, de 2011 a 2021, serviu, para além de turbinar hits estrondosos como Troca de Calçada, Me Ame Mais ou Esqueça-me se For Capaz, a sedimentar um conquista dos tempos ao mudar o eixo e projetar-se sobre um narrador homem de histórias machistas que já não era mais aceitável. Marília, transferindo para o canto feminino a mesma tradição da impostação exuberante do masculino, ou seja, falando de igual para igual, na cultura sertaneja, passou a dizer não. Não à objetificação histórica que a música brasileira dos sertões faz à mulher, não ao cancelamento do corpo feminino fora dos padrões, não à traição pela traição. Seu último trabalho, Patroas 35%, feito com Maiara & Maraisa, fala muito sobre isso. “É que eu vivo com alguém / Que não me dá motivos pra ficar com mais ninguém / Se eu pudesse ter dois corações, teria / Mas me cancela da sua vida / Porque em sã consciência eu não conseguiria.”

Ao mesmo tempo em que essa mulher apaixonada ainda está frágil, lá vem sua força mais visível em Você Não Manda em Mim. “Você não manda em mim / Eu sei aonde devo ir / Eu sei o que eu posso vestir / Se tudo que eu faço te incomoda / Você sabe o caminho da porta / Se um dia eu mudar pra te agradar / Eu juro que eu troco meu nome / Quer me ensinar a ser mulher / Primeiro aprende a ser homem.” Marília bloqueou homens abusivos em Troca de Calçada, desmascarou namorados falsos em Infiel e reconheceu as fraquezas de um amor confuso em Impasse. Ao escancarar sua vida, trouxe consigo a vida de brasileiras que jamais haviam sido representadas por uma música popular em uma escala tão grande. O que ela deixa não é a sofrência, mas a libertação.      

Tudo o que sabemos sobre:
Marília MendonçaMaiara & Maraisa

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.