Daniel Teixeira/ AE
Daniel Teixeira/ AE

Excesso de álcool causou morte de Amy Winehouse

Investigação revelou que cantora ingeriu cinco vezes mais bebidas do que é permitido para dirigir

estadão.com.br,

26 de outubro de 2011 | 11h40

SÃO PAULO - Amy Winehouse morreu por excesso de álcool no organismo, de acordo com a investigação retomada nesta quarta-feira, 26, em Londres, para desvendar a causa da morte precoce da cantora, em julho deste ano.

 

De acordo com o The Guardian, ela tinha cinco vezes mais álcool no corpo do que é permitido para dirigir no país. Na casa da cantora foram encontradas três garrafas de vodka após sua morte.

 

Segundo os investigadores, a cantora tinha 416 mg para cada decilitro de sangue, o suficiente para causar uma morte acidental.

Segundo revelado no inquérito, Amy Winehouse estaria há três semanas sem beber. Seus órgãos vitais estavam em boas condições e não havia traços de drogas ilegais no organismo, no entanto a dose excessiva de álcool teria gerado um coma e parada respiratória.

Amy Winehouse foi encontrada morta em sua casa em 23 de julho, aos 27 anos de idade. A cantora era conhecida por seu vício em drogas, mas até o momento não havia provas de que o abuso das substâncias interferiram em sua morte.

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