Ex-Polegar Rafael Ilha é agredido em briga de rua

Segundo secretaria de segurança, ex-vocalista foi agredido ao tentar convencer jovem a se internar em clínica

Fabiana Marchezi, do Estadão,

29 de setembro de 2007 | 19h08

O ex-vocalista e líder do Polegar, Rafael Ilha, foi parar novamente na delegacia na noite da última sexta-feira, 28. Porém, dessa vez, ele foi encaminhado como vítima ao 40º Distrito Policial, na Vila Santa Maria, zona norte de São Paulo. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, por volta das 20h30, um policial foi acionado pelo Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) para uma ocorrência envolvendo o ex-Polegar na Rua Matias Abreu, altura do número 100, no bairro Vila Santa Maria. Ao chegar ao local, o policial percebeu que tudo não se passou de uma briga. Rafael e um jovem de 30 anos se desentenderam e acabaram agredindo um ao outro fisicamente. O ex-cantor foi encaminhado ao pronto-socorro do Hospital São Camilo e o agressor ao pronto-socorro do Hospital Vila Nova Cachoeirinha. Em seguida, ambos foram encaminhados à delegacia para prestar depoimentos. Ainda segundo a SSP, Rafael, que toma conta de uma clínica para dependentes químicos, se dirigiu à residência do jovem com intuito de convencê-lo a se internar. Porém, quando o homem percebeu a chegada do ex-vocalista acabou fugindo em seu carro. Rafael passou a perseguí-lo e após um tempo o jovem parou o carro e agrediu o ex-Polegar, causando lesões em seu corpo. Na delegacia, Rafael disse que, no revide, também agrediu o jovem. O caso foi registrado no 40º DP como lesão corporal. A derrocada na vida de Rafael Ilha, cujo grupo musical era contratado por uma produtora do apresentador de TV Gugu Liberato, está relacionada com seu problema de dependência química. Ex-namorado da atriz Cristiana Oliveira, Rafael foi afastado pelos demais integrantes do Grupo Polegar por causa de dependência química.  Em 1998, ele foi preso ao tentar roubar um vale-transporte e um real de uma jovem para comprar drogas. Dois anos depois, foi novamente detido portando entorpecentes. Nos últimos anos, porém, após a conversão a uma religião evangélica, criou com outros sócios uma clínica para recuperação de dependentes.

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