Lucas Jackson/Reuters
Lucas Jackson/Reuters

Demi Lovato sabia dos riscos das substâncias que usou, diz traficante

Homem que vendeu drogas para a cantora afirma que ela tinha consciência do poder dos químicos

O Estado de S. Paulo

27 de agosto de 2018 | 11h23

O homem que vendeu as drogas para Demi Lovato na noite em que ela teve uma overdose disse que ela sabia "exatamente" o que estava comprando, de acordo com informações do site TMZ.

Brandon Johnson disse que levou as drogas após uma chamada de Demi e que eles fumaram juntos. Ele sugeriu ainda que os dois já tinham usado drogas juntos em outras ocasiões e que também tiveram relações sexuais. As fontes ligadas a Demi Lovato negaram essas informações.

Quanto à substância, Johnson disse que Demi sabia que elas eram fortes, mas ele nega ter misturado com fentanil — o mesmo opioide que causou a morte de Prince.

Johnson disse ainda que saiu da casa por volta de 8h da manhã, e que Demi estava dormindo sem sinais de problemas. Um assistente encontrou a cantora por volta de 11h30 e chamou uma ambulância.

Demi Lovato está numa clínica de reabilitação.

Overdose de Demi Lovato

No dia 24, Demi foi internada em um hospital de Los Angeles, nos Estados Unidos, após sofrer uma overdose — a primeira informação do TMZ dizia que a droga era a heroína. 

Fontes próximas à cantora dizem que ela estava numa festa em West Hollywood, e depois foi para casa. O traficante teria levado um papel alumínio com oxicodona. Pelas informações do site, e sem Demi saber, o lote também teria fentanil (outro opiáceo)

Ela foi encontrada inconsciente pelos paramédicos. Foi, então medicada com Narcan, usado em casos de overdoses com narcóticos. A cantora foi levada às pressas da casa onde mora, em Hollywood Hills, para um hospital na região.

Por conta do incidente, Demi Lovato também cancelou a turnê de Tell Me You Love Me na América do Sul. Os shows estavam marcados para acontecer em seis cidades de Chile, Argentina e Brasil a partir de 14 de novembro.

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