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Criador do fenômeno 'Baby Shark' agora visa mercado chinês com dinossauros

A canção 'Baby Shark' teve mais de 3,9 bilhões de visualizações no YouTube

Ju-min Park, O Estado de S.Paulo

15 de novembro de 2019 | 13h24

O criador da canção infantil Baby Shark, que se tornou um fenômeno global, disse que sua empresa está visando o mercado chinês, onde a música não chegou a fazer sucesso, com novos personagens que incluirão dinossauros.

A canção popular sobre uma família de tubarões se tornou um grito de guerra nos protestos antigoverno do Líbano, foi tocada na Casa Branca e elogiada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, e se tornou o hino informal do Washington Nationals, campeão da liga norte-americana de beisebol – além de motivar paródias e uma febre de dança.

O cofundador e principal autoridade financeira da editora sul-coreana por trás da música e do vídeo virais – este o quinto mais visto da história do YouTube – disse que agora visará a China para que Baby Shark seja mais do que um sucesso momentâneo.

“Quem imaginaria que tubarões poderiam se tornar tão populares?”, indagou Ryan Lee, de SmartStudy, durante uma entrevista à Reuters. “Crianças que gostam de dinossauros certamente existem em todo o mundo, mas não há nenhuma marca ligada a eles.”

A canção Baby Shark, que teve mais de 3,9 bilhões de visualizações no YouTube, é de propriedade da SmartStudy, empresa sul-coreana que planeja lançar ações na bolsa.

 

 

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