Acervo Estado
Acervo Estado

Copacabana Palace fecha, mas deixa Jorge Ben Jor seguir como morador

O cantor vivia discretamente em um dos quartos do Copa desde 2018; será a primeira vez, em 97 anos, que o hotel será interditado

O Estado de S.Paulo, O Estado de S.Paulo

09 de abril de 2020 | 19h36

O Copacabana Palace vai fechar a partir dessa sexta (10), seguindo a orientação do Ministério da Saúde, assim como outros 60 hotéis do Rio de Janeiro, mas dois hóspedes permanecerão morando ali. Um deles é, por razões mais óbvias, a diretora geral do Grupo Belmond do Brasil, Andrea Natal. O outro, é o cantor Jorge Ben Jor.

Jorge vivia no Copa desde 2018 e ninguém sabia. Ou muito pouca gente, como tudo o que faz. Esta será a primeira vez que o hotel será interditado em 97 anos. Considerado um dos espaços de turismo mais luxuosos do País, o hotel tem diárias que custam até R$ 6.800 (em quartos de frente para o mar). Outras saem por R$ 5.650 (com vista para a cidade). 

Inaugurado em 1923, o Copacabana Palace foi construído pelos empresários Octávio Guinle e Francisco Castro Silva. Eles atendiam um desejo do presidente Epitácio Pessoa (1919-1922), que queria um grande hotel de turismo na cidade que era a capital do País. 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.