Sunny Khasla/EFE
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'Compus a maioria das canções do novo álbum de madrugada', confessa Moby

O músico nova-iorquino lança disco 'repleto de emoções' nesta segunda-feira

EFE,

16 de maio de 2011 | 09h27

MADRID - O músico nova-iorquino Moby confessou que seu último trabalho, Destroyed, que será lançado na segunda-feira, 16, foi criado durante a última turnê e que a maioria das canções foi composta entre as 3 e 4 da manhã em quartos de hotel, quando tinha insônia.

 

Dois anos depois de Wait for Me, Moby apresenta um disco que considera repleto de emoções, quando a noite e as cidades vazias serviram de inspiração, segundo confessou em entrevista à Agência Efe.

 

"O álbum anterior teve um som muito ambiental, mas este é bem mais eletrônico", assinala, e acrescenta que apesar de ouvir todo tipo de música eletrônica, Destroyed foi mais influenciado pelos sons dos anos 1970.

 

Grupos como o nova-iorquino Silver Apples, a banda de eletro punk D.A.F. e o duo Suicide, junto com os primeiros álbuns dos alemães Kraftwerk, foram suas principais referências na hora de compor.

 

Gravado em seu estúdio de Manhattan, em Nova York, Richard Melville - seu verdadeiro nome - escreveu cerca de 200 músicas antes de começar o processo de seleção. "Dessas 200 faixas reduzi para 50, e finalmente escolhi 15", explica.

 

Uma delas, Be The One, foi incluída na trilha sonora do filme 72 Horas, dirigido por Paul Haggis, algo que Moby confessa sentir-se orgulhoso.

 

Uma das novidades de Destroyed é que será lançado junto a um livro de fotografias do próprio artista.

 

Moby explica que gosta documentar quase tudo e, por essa razão, não se separou de sua câmera desde que tinha 10 anos.

 

"Quis mostrar o outro lado das turnês. Muita gente pensa que são glamourosos e excitantes, mas na realidade são difíceis e estranhas", comenta sobre estas imagens.

 

Uma delas, tomada em um aeroporto, ilustra a fachada e dá nome ao disco. Mostra um luminoso com as palavras 'Unattended luggage will be destroyed', ou seja, 'A bagagem abandonada será destruída', que chamou tanto a atenção do músico que decidiu imortalizá-lo.

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