João Paulo Carvalho/Estadão
João Paulo Carvalho/Estadão

Com filas modestas, Lollapalooza faz sua feira gastronômica

Barracas de chefs renomados é uma das novidades da edição

João Paulo Carvalho, O Estado de S.Paulo

05 de abril de 2014 | 17h44

A feirinha gastronômica com chefs renomados foi uma das principais novidades desta edição do Lollapalooza, realizado no Autódromo de Interlagos, na capital paulista. Quem esteve no festival neste sábado pode trocar a famosa e gordurenta junk food por um ceviche preparado pelo chef colombiano Dagoberto Torres, do Suri Ceviche Bar, ou um kebab do restaurante Baruk. Até o início da tarde, as filas não foram problema para os que queriam saborear a comida do local.

Entre os quitutes vendidos por R$18 se destacaram o sanduíche de picanha defumada com cebola roxa, do chef Allan Prisco (Augusta Bakery e 162 Hamburgueria); o chilli com nachos de Benny Novak (Ici/Tappo Trattoria/210 Diner) e o sanduíche de pernil da chef Daniela França Pinto (Marcelino Pan y Vino).

A estudante de administração de empresas, Fabiane da Rocha Saicro, 23, apoiou a iniciativa gastronômica. "Achei a ideia sensacional. Eventos assim podem e devem incitar boas práticas relacionadas à alimentação. Não é porque se trata de um festival de rock que vamos só comer besteiras. Os preços estão adequados, nada muito caro e as filas curtas. No geral, o atendimento também foi bom", disse.

Mesmo com a comida a la carte, alguns ainda apelaram para o fast-food, como o publicitário Jonas Cardoso, 31, de Belo Horizonte. "Festival de rock é isso aí, não tem como ser diferente: junk food, hambúrguer, bata frita e cachorro quente. Lollapalooza não combina com salada e comidinha de cozinheiro renomado", brincou o mineiro, que veio ao festival para assistir aos shows do Nine Inch Nails e do Imagine Dragons.

Espera. As longas filas já habituais nos festivais no País, desta vez, porém, deram lugar a um atendimento rápido e eficiente. Na área mais nobre, apelidada de Chef's Stage, a reportagem do Estado ficou em média 10 minutos na fila para conseguir provar um risoto de salmão com pesto de manjericão. Já nos food trucks espalhados por todo o Autódromo de Interlagos, a espera chegou a 20 minutos (por volta das 14h30) e 35 minutos no fim da tarde (17h15).

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