AP Photo/Chris Pizzello
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Christina Aguilera lança ‘La Fuerza’, seu primeiro álbum em espanhol em duas décadas

A maior parte da produção coube aos argentinos Rafa Arcaute e Federico Vindver

EFE, O Estado de S.Paulo

21 de janeiro de 2022 | 13h50

Christina Aguilera finalmente lançou nesta sexta-feira, La Fuerza, seu primeiro álbum em espanhol desde que lançou Mi Reflex em 2000, sua estreia neste idioma, com o qual atendeu suas raízes como filha de um equatoriano.

O álbum, já disponível em todas as plataformas digitais, é um EP de 6 músicas que inclui canções conhecidas como a balada Somos nada ou, sobretudo, Pa mis chicas com as estrelas femininas do urbano latino Nathy Peluso, Nicki Nicole e Becky G.

A música Santo pertence ao mesmo gênero, do qual esta semana ele ofereceu uma prévia, e que inclui outra colaboração de alto nível com o artista porto-riquenho Ozuna. Cabe destacar que a artista norte-americana também ousou com a ranchera, estilo ao qual pertence sua canção La Reina, na qual interpreta uma réplica feminina do conhecido clássico de José Alfredo Jiménez El Rey, que foi também muito popular na versão de Vicente Fernandez.

A maior parte da produção de La Fuerza coube aos argentinos Rafa Arcaute e Federico Vindver. O primeiro, premiado com um Grammy pelo trabalho realizado no álbum Los de back come with me da Calle 13, também foi reconhecido com 11 Grammys latinos e trabalhou recentemente com artistas como a própria Nathy Peluso, Camilo ou C. Tangana.

Grammy à artista revelação, Aguilera (Nova York, 1980) ficou conhecida ainda adolescente com a música Genie in a Bottle, incluída em sua estreia auto-intitulada em 1999. Mais tarde, com My reflection, ela obteve uma indicação ao Grammy Latino, outra ao Grammy e ganhou dois Billboards Latinos, entre outras distinções.

Em uma reviravolta mais ousada, com Stripped (2002) e o álbum duplo Back to Basics (2006) ela conseguiu transcender a imagem de Lolita e ganhar maior respeito como performer. Mais tarde, tentou a sorte no mundo do cinema com o papel de protagonista do musical Burlesque ao lado de outra diva da música, Cher, antes do lançamento de Bionic (2010), que não recebeu os parabéns da crítica e do público.

Engajada sobretudo na sua faceta televisiva como júri de concursos de talentos, na última década têm sido escassos os seus lançamentos discográficos, que para além do já referido Liberation, limitaram-se a Lotus (2012) e não obtiveram as receitas comerciais de empregos anteriores. Ouça:

 

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