Gabriela Biló / Estadão
Gabriela Biló / Estadão

Céu e General Elektriks, dupla do disco 'Tropix', fazem show em São Paulo

Haverá ainda o momento em que ela e cantor e produtor francês Hervé Salters dividirão o palco do Cine Joia, na noite desta quinta-feira, 8

Adriana Del Ré, O Estado de S. Paulo

08 Dezembro 2016 | 05h00

Tropix, o álbum de Céu lançado este ano, uniu a cantora e compositora brasileira e o compositor, cantor e produtor francês Hervé Salters. É que, além de coprodutor do elogiado disco de Céu, Salters também assinou música em parceria com ela e assumiu os teclados. Agora, os dois se encontram no palco do Cine Joia (Pça. Carlos Gomes, 82, Liberdade; R$ 100/R$ 140), em São Paulo, nesta quinta, 8, às 20h, dentro da programação da Semana Internacional de Música de São Paulo. Essa turnê passa ainda pelo Circo Voador, no Rio, no sábado, 10. 

Quem abre a noite é a cantora e multi-instrumentista suíça Sophie Hunger, cuja música Le Vent Nous Portera ficou conhecida na trilha da novela Velho Chico. Em sua primeira vez no Brasil, Sophie conta ao Estado que a canção, com certeza, fará parte de seu repertório aqui. “Comecei a perceber isso (o sucesso da canção no Brasil) quando, de repente, tínhamos milhões de cliques no vídeo da música no YouTube. É incrível.”

Sua apresentação será seguida pela de Hervé Salters, à frente do projeto eletrônico General Elektriks. “Tocarei músicas dos meus quatro álbuns, com minha banda ao vivo. É a mesma banda desde 2009, como uma família. A ideia é tirar as canções dos álbuns e criar novas versões especialmente para o palco, com mais energia”, comenta Salters. 

Céu encerra a noite com músicas de seu Tropix, como Varanda Suspensa e Chico Buarque Song. Haverá ainda o momento em que ela e Salters dividirão o palco. Céu diz que eles ainda estão decidindo o que vão tocar. E que a afinidade musical entre os dois pesou para a realização dessa turnê. “Hervé é um grande músico e artista, achamos que seria incrível as pessoas conhecerem ele aqui”, afirma Céu. Salters lembra que conheceu a música de Céu em 2006, por intermédio de um amigo em comum, Curumin, que tocava bateria com ela na época. Sobre sua participação em Tropix, ele conta que ficou entusiasmado. “Sou fã da música brasileira em geral, e da música da Céu em particular”, diz. “Como resultado, o som do álbum, eu acho, é realmente uma mistura muito legal dos dois.”

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