Cantora Kesha acusa produtor de abuso sexual e agressão

Segundo Dr. Luke, queixas da pop star são tentativa de extorsão

O Estado de S. Paulo

14 de outubro de 2014 | 18h03

A cantora pop norte-americana Kesha entrou com um processo contra seu produtor e mentor, alegando ter sido abusada sexual e emocionalmente por quase uma década. Segundo o acusado, as queixas são uma tentativa de extorsão.

O processo iniciado nesta terça-feira, 14, em Los Angeles, acusa o produtor, conhecido por Dr. Luke, de ter drogado e estuprado Kesha, causando danos emocionais que a levaram à ser internada em clínica de reabilitação no início deste ano.

Dr. Luke também entrou com processo em Nova York, alegando que as acusações são difamatórias e não passam de uma tentativa de extorsão para culminar no término de contrato.

O acordo existe entre as partes desde que Kesha tinha 18 anos. A empresa de Dr. Luke produziu os dois primeiros discos da cantora, inclusive a faixa de sucesso Tik Tok.

Segundo com o processo de Kesha, o produtor, cujo nome verdadeiro é Lukasz Sebastian Gottwald, controla carreira dela. Por isso, o documento pede a invalidação do contrato entre artista e produtor. 

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