Cantor Jackson Browne continua politizado em novo álbum

O cantor e compositor Jackson Browne sempre falou com o coração, seja cantando sobre romance ou repudiando a política externa norte-americana e a injustiça global.

ANGUS MACSWAN, REUTERS

18 de novembro de 2014 | 16h24

Seu novo álbum, “Standing in the Breach”, mostra que ele não desistiu da luta. O controle de armas, a ganância dos banqueiros e a destruição ambiental são alguns dos alvos de sua ira.

Mas também há espaço de sobra para outros assuntos no disco, que a revista Rolling Stone chamou de “soberbo, inspirador”.

“É bem difícil ver o que está havendo no mundo e não fazer alguma referência ao que está acontecendo politicamente, porque afeta muito todos nós”, disse Browne à Reuters.

"Canções são boas maneiras de expressar suas crenças, esperanças ou dúvidas, se for o caso."

A não ser por umas poucas rugas, Browne, hoje com 65 anos, mudou pouco em relação ao prodígio que emergiu no final dos anos 1970 no cenário musical da Califórnia, que incluiu gente como Joni Mitchell e Crosby, Stills and Nash.

Ele adotou um tom abertamente político no álbum “Lives in The Balance”, de 1986, auge do envolvimento dos Estados Unidos nas guerras da América Central. O disco dividiu os fãs, alguns dos quais só queriam mais canções sobre amores perdidos.

A esta altura da vida, Browne disse esperar despertar alguma esperança e entusiasmo em uma nova geração. Quanto a falar o que pensa, “ainda sinto essa necessidade, agora mais que nunca”.

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