Brigas e boicote ameaçam o Grammy Latino

Em sua primeira edição, que ocorrerá no dia 13 de setembro em Los Angeles, o Grammy Latino já está envolto em polêmicas, acusações e ameaças de boicote. A briga começou com as críticas da Fonovisa - selo da emissora mexicana Televisa - de que a premiação exclui artistas regionais do México. O segmento, segundo a Fonovisa, é responsável por 60% das vendas de música latina nos EUA. "Isto vai ser uma festa entre Emilio Estefan e a Sony", disse Gilberto Moreno, diretor do selo, ao jornal hispânico de Los Angeles La Opinión. Marido da cantora Gloria Estefan, Emilio Estefan será homenageado durante a cerimônia de entrega dos prêmios, para os quais foram indicados cerca de 200 artistas - inclusive brasileiros -, em 40 categorias. A Fonovisa pediu a seus artistas que boicotassem o evento.

Agencia Estado,

03 de setembro de 2000 | 17h46

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