Brasileiros têm equipe de peso

Sem patriotismo barato, as atrações nacionais do Free Jazz são muito boas. E ainda há ingressos para algumas delas. No sábado, no palco Club, a homenagem a Moacir Santos, compositor, saxofonista e formador de totens da MPB, e que hoje mora nos EUA. O espetáculo é baseado no álbum Ouro Negro, idealizado por Zé Nogueira e Mario Adnet.Este, entretanto, não será o único grande show instrumental. No mesmo palco, também sábado, o jovem violonista Yamandú Costa, vencedor do Prêmio Visa deste ano. O guri tem 21 anos e é herdeiro da genialidade violonística brazuca, que tem nomes como Baden Powell e Garoto. Outra promessa é o trioCurupira, formado pelo pianista André Marques, o baterista Cleber Almeida e o contrabaixista Ricardo Zohy, boa novidade na nossa música instrumental e se dizem crias de Hermeto Paschoal.De uma linhagem pop, outro bom conjunto instrumental é o Funk Como Le Gusta, que toca amanhã, no New Directions. Ambas de Pernambuco, duas atrações apontam novos caminhos na música popular: o Cordel do Fogo Encantado (New Directions), no domingo e DJ Dolores e Orchestra Santa Massa (Main Stage), sábado.

Agencia Estado,

25 de outubro de 2001 | 18h58

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