Blogueiros do 'Estado' repercutem a morte de Michael Jackson

Blogueiros do 'Estado' repercutem a morte de Michael Jackson

DANIEL PIZA: A carreira de Michael já estava morta havia algum tempo, e não apenas pelos escândalos e excentricidades; sua criatividade jamais reapareceu depois dos píncaros comerciais de Thriller em 1982, apesar de algumas coisas boas em Bad.

26 de junho de 2009 | 08h46

 

GUSTAVO CHACRA: Twitter, Facebook, New York Times, CNN. Todos os meio de comunicação deixaram o Irã de lado e, neste exato momento, cobrem apenas a morte do Michael Jackson. Jornalismo é assim. Uma pena.

 

FELIPE MACHADO: Morreu Michael Jackson. Continuo sem acreditar. Nunca pensei que eu fosse escrever essa frase, não porque ele seria uma pessoa imortal (sua música definitivamente é), mas porque é uma frase tão irreal quanto foi a existência desse incrível artista.

 

LUIZ ZANIN: Eu via Michael na TV e pensava em certos filmes de David Cronenberg, ou David Lynch. Mundo freak.

 

MARCOS GUTERMAN: Michael Jackson, que acaba de morrer, era um sujeito em crise com seu tempo - confuso e amoral - e talvez por isso tenha sido um de seus grandes representantes.

 

LUIZ CARLOS MERTEN: É impossível resistir àquele passo que ele criou, o 'moonwalker', seu passeio na lua.

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