AFP PHOTO / MARTY MELVILLE
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Baterista do AC/DC Phil Rudd é condenado a oito meses de prisão domicilar

Ele foi considerado culpado por ameaçar um homem de morte e posse de drogas na Nova Zelândia

AP

09 Julho 2015 | 10h31

SYDNEY - O bateirista do AC/DC, Phil Rudd, foi condenado a oito meses de prisão domicilar nesta quinta-feira, 9, por um juiz da Nova Zelândia. Ele foi considerado culpado por ameaçar um homem de morte e posse de drogas.

O baterista australiano de 61 anos poderia pegar até sete anos de prisão, mas seu advogado conseguiu diminuir a sentença. Durante o julgamento, o juiz Thomas Ingram disse que Rudd tinha um histórico criminal limitado e oferecia pouco risco de cometer novos crimes.

Mas o juiz considerou a grande quantidade de drogas com que Rudd foi pego, e rejeitou o argumento do advogado de que a ameaça de morte se limitou a um telefonema. Rudd estava livre após fiança em abril, quando confessou que ofereceu uma grande quantia de dinheiro, carros e uma casa para um homem depois de pedir a ele para "apagar" a vítima. Ele também reconheceu que disse diretamente à vítima que iria matá-lo.

Os promotores também acusaram inicialmente Rudd como mandante de assassinato, mas abandonaram a acusação por falta de provas.

Rudd não comentou a sentença ao sair da corte, simplesmente falando, aos repórteres: "arrumem um emprego", e empurrando microfones no seu caminho para um carro.

O advogado, Craig Tuck, disse mais tarde que uma apelação foi arquivada.


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