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Baterista do AC/DC é preso na Nova Zelândia

Acusado de ser mandante de dois homicídios que não chegaram a ocorrer, Phil Rudd pagou fiança e está em liberdade; nova audiência está marcada para 27 de novembro

O Estado de S. Paulo

06 de novembro de 2014 | 09h13

O baterista do AC/DC Phil Rudd foi preso na manhã desta quinta-feira, 6, em Tauranga, Nova Zelândia, no horário local - mas já está liberado depois de ter pagado fiança. O músico está sendo acusado de tentar arranjar dois homicídios, posse de drogas e ameaças, segundo a revista Billboard.

Ele não contestou as acusações oficialmente, e uma audiência está marcada para o próximo dia 27 de novembro. Ele foi ordenado a não entrar em contato com nenhum dos envolvidos nos supostos homicídios. Nomes ou motivos não foram revelados pela Justiça neo-zelandesa, de acordo com o New Zealand Herald.

O australiano de 60 anos vive na Nova Zelândia desde que se separou do AC/DC em 1983 - ele retornou ao grupo em 1994, mas ficou fora de fotos recentes para a promoção do novo álbum da banda, Rock or Bust, que sai no dia 2 de dezembro nos EUA.

Head Job, de setembro deste ano, é o primeiro álbum solo de Rudd.

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