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Bastille sobrevive à concorrência com Jack White

Banda britânica fez apresentação dançante no Lollapalooza

João Paulo Carvalho, O Estado de S. Paulo

28 Março 2015 | 22h17

Quem esperava por um palco Axe vazio para assistir ao show da banda britânica Bastille, última apresentação da primeira noite do Lollapalooza, se enganou. A missão, entretanto, era difícil. Os ingleses tiveram de medir força com nada mais nada menos do que Jack White, principal atração do festival. 

Com um público mais jovem, os ingleses não só roubaram os holofotes, como fizeram uma performance dançante. O grupo formado por Dan Smith, Chris Wood, William Farquarson e Kyle Simmons subiu ao palco pontualmente às 21h45. A banda abriu a apresentação com Bad Blood, do disco homônimo de 2013. O show do Bastille é recheado de efeitos visuais e luzes multicoloridas.

Falando em espanhol, o vocalista Dan Smith mostrou simpatia e logo deu boa noite para o público presente. O som do Bastille transita o tempo todo entre o eletrônico e o rock de maneira lúcida. Algo, aliás, característico desta edição do Lollapalooza. Um formato batido, é verdade, mas que funciona bem dentro da proposta do evento. 

Weight of Living, segunda música do show, tratou de deixar isso ainda mais claro. Duas coisas chamam a atenção no vocalista Dan Smith: sua simpatia e o enorme topete. Carismático, tentava o tempo todo se comunicar com o público. Cravava o quanto estava feliz de estar no Brasil. O dono do topete mais legal da nova geração britânica do rock logo se assustou com energia dos fãs. 

Realidade no Reino Unido, mas ainda lutando por um espaço nos Estados Unidos, o Bastille chegou às paradas de sucesso com a música Pompeii, maior hit da banda. E foi com ela que os ingleses encerraram a apresentação deste sábado no Lollapalooza. Cantada em coro por uma multidão, o Bastille mostrou que está pronto para conquistar o público norte-americano e também brasileiro. 

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