Band of Horses é sucesso de vendas com 'Infinite Arms'

Depois de dois álbuns de sucesso, a banda de rock country da Carolina do Sul Band of Horses estava em alta e tudo indicava que encontrariam com facilidade dinheiro para produzir o terceiro disco.

MICHAEL D. AYERS, REUTERS

28 de maio de 2010 | 16h04

Mas os integrantes do grupo romperam com a tradição e decidiram por não usar o dinheiro do selo musical a fim de reter os direitos sobre suas canções, optando por financiar eles mesmos o disco, licenciando os discos para o marketing corporativo - medida considerada por alguns puristas como "se vender".

Resultado: eles quase quebraram, mas produziram o novo "Infinite Arms", que chegou às lojas de CDs na semana passada com uma ótima estreia.

"O disco foi caro e me colocou em situações difíceis aqui e ali", disse o fundador da Band of Horses Ben Bridwell à Reuters.

"Por vezes as pessoas podem criticar pelo licenciamento das canções e essas coisas, mas, se não fizéssemos isso, eu não conseguiria financiar este disco. Eu fiquei duro, mas nunca estive perto de penhorar minhas guitarras."

Isso foi uma coisa boa para a banda e seus fãs.

Nesta semana, "Infinite Arms" estreou em sétimo lugar na Billboard 200 e, em uma semana, vendeu 45 mil unidades, de acordo com a Nielsen SoundScan. O número mais que dobra a primeira semana de vendas do "Cease to Begin", de 2007, que vendeu 21 mil.

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