Paul A. Hebert/Invision/AP
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B. B. King foi envenenado, dizem filhas do músico

Segundo elas, o empresário do pai e o assessor pessoal dele teriam apressado a morte do músico de 89 anos

AP

25 de maio de 2015 | 18h32

Duas herdeiras de B.B. King estão acusando dois assessores próximos do pai de tê-lo envenenado. A polícia de Las Vegas está investigando, Ray Steiber disse na segunda-feira, dia 25. Ele se recusou a dar mais detalhes. As filhas Karen Williams e Patty King alegam que familiares foram proibidos de visitar B. B. King enquanto o empresário LaVerne Toney e seu assistente pessoal, Myron Johnson, apressavam a morte dele.

"Eu acredito que meu pai foi envenenado e que deram a ele sustâncias estranhas", disseram Patty King e Williams em depoimento à advogada delas, Larissa Drohobyczer, que informou à Associated Press."Acredito que meu pai foi morto", elas disseram. Toney e Johnson não quiseram comentar.

"Elas têm feito muitas acusações. O que é há de novo nisso?", disse Toney, que trabalhou para King por 39 anos e tinha procuração para tratar de suas questões.

Toney está no testamento de B. B. King como executor de uma propriedade que, de acordo com advogados, poderia valer dezenas de milhões de dólares.

Johnson estava ao lado da cama de B.B. King quando ele morreu, no dia 14 de maio, aos 89 anos. Nenhum membro da família estava presente.

Uma autópsia foi realizada no domingo e os resultados devem sair em cerca de oito semanas.

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