Reuters
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Autópsia confirma que Prince morreu por overdose de opioides

Substância é similar à morfina, mas mais potente

Redação, EFE

03 de junho de 2016 | 08h42

O músico Prince morreu devido a uma overdose do opiode Fentanyl, de acordo com os resultados finais da autópsia revelados nesta quinta-feira pelo Midwest Medical Examiners Office de Ramsey, em Minnesota (EUA).

O relatório clínico foi divulgado publicamente depois de a imprensa americana ter antecipado hoje a causa da morte do artista, de 57 anos. As conclusões da autópsia apontam para uma overdose de Fentanyl no último dia 21 de abril.

De acordo com a descrição disponível no site do Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas (NIDA, na sigla em inglês), o Fentanyl é um opiáceo sintético "similar à morfina, mas mais potente". Segundo o NIDA, o Fentanyl costuma ser usado no tratamento de pacientes com dores intensas ou crônicas , ou após uma operação.

O relatório do centro médico revelou, além disso, que o músico pesava 50,8 quilos no momento da morte.

Desde a morte do músico, diferentes informações apontavam para o consumo excessivo de opioides como o possível motivo de seu falecimento. Na época, o site TMZ publicou que Prince tinha sido hospitalizado por uma overdose de Percocet, outro opioide, seis dias antes de sua morte.

Além disso, funcionários do artista entraram em contato com Howard Kornfeld, um especialista em tratamento de vício em opioides, um dia antes da morte de Prince.

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