Assassino de John Lennon pode sair da prisão

O norte-americano Mark David Chapman, que assassinou o ex-Beatle John Lennon em 8 de dezembro de 1980 e cumpre sentença de prisão perpétua em Attica, perto de Nova York, poderá sair esta semana em liberdade condicional, após 24 anos atrás das grades. Desde a condenação, esta é terceira vez que o assassino pede liberdade condicional, não aceita em 2000 e 2002. Na época, a comissão estimou que a liberação poderia minimizar a gravidade de seu crime. Circula na internet um manifesto contra a libertação de Chapman, dirigido à corte(http://www.Petitiononline.Com/rem128/petition.Html). Chapman, de 49 anos, matou Lennon a tiros diante do Edifício Dacota, onde o cantor morava, e foi sentenciado em 1981 à prisão perpétua com possibilidade de sair depois de 20 anos. A viúva do ex-Beatle, Yoko Ono, pede que se negue a liberdade condicional a Chapman, opinião compartilhada pelos fãs de Lennon, que tinha 40 anos quando foi morto. Yoko teme ainda que o assassino possa fazer mal a ela e ao filho.John Lennon foi a alma dos Beatles, grupo que criou em 1960, em Liverpool, na Inglaterra, junto com George Harrison, que morreu de câncer no final de 2001, e Paul McCartney, com Ringo Starr entrando no grupo pouco depois.

Agencia Estado,

04 de outubro de 2004 | 14h15

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