Antigo guarda-costas de Jackson se declara inocente

Um ex-guarda-costas de Michael Jackson, que pode ser chamado a testemunhar no julgamento do cantor, se declarou inocente das acusações de que teria cometido uma série de roubos a mão armada na região de Las Vegas. Christopher Eric Carter, de 25 anos, é acusado de seqüestro, roubo, coerção e posse de arma de fogo. Ele também foi indiciado por um grande júri federal com duas acusações de roubo a banco e duas de posse de arma de fogo.O promotor do Condado de Santa Bárbara, Tom Sneddon pediu à autoridades de Nevada que liberem Carter para participar do julgamento do astro, no próximo mês. A acusação espera que Carter, guarda-costas de Jackson de agosto de 2002 a agosto de 2003, relate ter visto o acusador de Jackson bêbado e que o garoto contou-lhe que Jackson o havia encorajado a beber. Hoje, o julgamento do astro pop está em recesso devido a um feriado local na cidade de Santa Maria.O juiz Donald Mosley decidiu que Carter poderá ser levado para testemunhar na Califórnia, rejeitando os argumentos do advogado dele, Lloyd Baker, de que isso atrapalharia os preparativos da defesa do próprio Carter. Baker disse que Carter usará a Quinta Emenda da Constituição para pedir proteção, caso forçado a testemunhar na Califórnia.Jackson, de 46 anos, é acusado de abusar de um garoto de 13 anos em seu rancho Neverland entre fevereiro e março de 2003, de lhe dar bebidas alcoólicas e conspirar para manter a família dele presa em sua casa. Segundo a acusação, o cantor teria obrigado a família a participar da produção de um vídeo para recuperação de sua imagem, abalada depois da exibição do documentário Vivendo com Michael Jackson, em que ele aparece de mãos dadas com seu acusador e diz que gosta de dividir a cama com crianças.

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