Nick Ut/AP
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Advogado de médico de Michael Jackson levanta hipótese de suicídio

A defesa de Conrad Murray, médico de Michael Jackson, levantou a tese de suicídio nesta sexta-feira ao questionar nos tribunais se o "rei do pop" poderia ter injetado nele próprio o anestésico que causou a sua morte.

EFE

08 de janeiro de 2011 | 10h49

Michael Flanagan, advogado que representa Murray na audiência preliminar do caso Michael Jackson, questionou a legista Elissa Fleak, durante interrogatório, se o artista poderia ter tido acesso às seringas que estavam em sua cama quando seu médico particular se ausentou, divulgou o site "TMZ".

O advogado apresentou pela primeira vez neste processo a ideia de que o cantor poderia ter tirado a própria vida, uma hipótese que veículos da imprensa americana já haviam antecipado que seria usada pela defesa de Murray.

Na sessão desta sexta-feira, se soube ainda que as autoridades encontraram no quarto do cantor dois frascos vazios do anestésico propofol - um deles perto da mesa de cabeceira - e outros dez cheios guardados no armário.

A promotoria sustenta que Conrad Murray atuou indevidamente como médico de Michael Jackson, por ter administrado propofol no artista, o que causou a sua morte, e posteriormente tentar ocultar as provas antes de chamar os serviços de emergência.

A audiência preliminar do caso da morte de Michael Jackson, que faleceu em 25 de junho de 2009, começou na terça-feira e se prolongará até a próxima semana para que o juiz Michael Pastor, da Corte Superior de Los Angeles, determine se Murray será julgado por homicídio culposo.

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