Ernesto Rodrigues/Estadão
Ernesto Rodrigues/Estadão

Acusação de que B.B. King foi envenenado é 'ridícula', diz advogado

Filhas do músico alegam que empresária 'provocou morte prematura'

AP

26 de maio de 2015 | 09h59

Laverne Toney, advogado da empresária de B.B. King, declarou que as acusações feitas pelas duas filhas do músico de que ele foi envenenado são "ridículas". O músico, que morreu aos 89 anos no último dia 15 de maio, tinha diabete tipo 2.

Segundo um documento entregue por Karen Williams e Patty King, Laverne Toney e o assistente pessoal dela, Myron Johnson, teriam "administrado substâncias para provocar sua morte prematura", e solicitaram "uma investigação formal sobre este assunto".

As filhas Karen Williams e Patty King alegam que familiares foram proibidos de visitar B. B. King enquanto o empresário LaVerne Toney e seu assistente pessoal, Myron Johnson, apressavam a morte dele.

"Eu acredito que meu pai foi envenenado e que deram a ele sustâncias estranhas", disseram Patty King e Williams em depoimento à advogada delas, Larissa Drohobyczer, que informou à Associated Press."Acredito que meu pai foi morto", elas disseram. Toney e Johnson não quiseram comentar.

"Elas têm feito muitas acusações. O que é há de novo nisso?", disse Toney, que trabalhou para King por 39 anos e tinha procuração para tratar de suas questões.

Toney está no testamento de B. B. King como executor de uma propriedade que, de acordo com advogados, poderia valer dezenas de milhões de dólares.

 

Mais conteúdo sobre:
B.B. Kingmúsicaguitarrablues

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.