Jamile Queiroz / Moda
Jamile Queiroz / Moda

Uma corrente que integra quem cria, produz e vende

Bolsa do Ceará, cashmere italiano e tapetes são alguns dos ótimos exemplos que são produzidos nos dias de hoje

Alice Ferraz, Moda

12 de abril de 2020 | 05h00

O trabalho singular da cearense Catarina Mina abraça o artesanato local nordestino em uma corrente que integra quem cria, produz, vende e consome. A exuberante bolsa Carnaúba viaja 160 quilômetros pelo Ceará até ficar pronta.

Do trançado de palha em Aracati, passando pelo crochê de Itaitinga, ao tingimento e acabamento em Fortaleza. Mais de cem mulheres artesãs estão envolvidas com a marca, que tem seis anos de vida e exporta para 17 países, entre eles, Japão, Alemanha e Reino Unido.

Cashmere feito à mão . Nascido em Solomeo, Itália, o cashmere Brunello Cucinelli tem na qualidade o símbolo de seu valor. “São peças para uma vida”, diz o fundador da marca. A empresa familiar reconstruiu a pequena vila medieval na região da Umbria e tem na visão humanista de Brunello os pilares do negócio: harmonia na criação e uma consciência de que devemos poupar o planeta e não consumi-lo. O cashmere Brunello é produzido 100% na Itália como forma de manter a origem e construir uma ponte para as próximas gerações de artesãos locais.

Tapetes verdes. Em homenagem à diversidade das gemas brutas das pedras preciosas do nosso País, a By Kamy criou Gemas do Brasil, série de tapetes com formas orgânicas inspiradas na natureza e nos recortes laminados desses coloridos minerais.

A coleção de tapetes é produzida pela divisão verde da empresa, que reutiliza materiais descartados da própria fábrica, como pedaços de outros tapetes, para a fabricação manual e única de novas séries.

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