O céu de novembro: Ufa!

O céu de novembro: Ufa!

Oscar Quiroga comenta a influência dos astros nas próximas semanas

Oscar Quiroga, Moda

07 de novembro de 2020 | 16h00

Garanto a você que tudo vai melhorar, mas que a magia da melhora não pode ser aguardada como se fosse o maná caindo do céu.

Essa melhora começa com definições importantes, que servirão de ponto de apoio para fazermos escolhas e tomarmos iniciativas para ressuscitar da pandemia, porque, mesmo que não tenha encontrado uma solução significativa, pelo menos teremos como conviver com ela de forma razoável a partir de agora.

Em dezembro haverá motivo de celebração, pela dinâmica que tudo irá adquirir. Por isso, este mês de novembro é o primeiro momento de colocar a cabeça fora da água depois de longos meses de prender a respiração e de evitar fazer marola, porque nada estava fácil para ninguém.

Nunca mais seremos as mesmas pessoas de antes da pandemia e, se tudo tiver dado certo, seremos mais sábios em nossas escolhas e decisões, mais realistas também, nos focando no que realmente vale e nos enriquece, tanto na alma como em nossa vida concreta também.

O cansaço, isto é, o esgotamento, é grande e pesa sobre a alma de nossa humanidade, porém, não menos forte é a motivação de ressuscitar e aproveitar os acontecimentos históricos para nos reinventarmos.

Por ocasião da Lua Nova de Escorpião, no dia 15, é o melhor momento para tocar fundo e tomar impulso para ressurgir, maravilhosos, belos e imperfeitos, a continuar esta aventura que é viver entre o céu e a terra.

E, no último dia de novembro, por ocasião da Lua Cheia em Gêmeos, que será eclipsada pela sombra da Terra, a guerra de desinformação, que é a verdadeira culpada, não o vírus, por todos os problemas que vivemos durante a pandemia, chegará a uma fase virulenta (vale o trocadilho) e, assim, cansados de tanta manipulação, conquistaremos maior lucidez. E isso será ótimo para tomarmos nossas decisões de uma forma mais sábia e amorosa.

Nada pode impedir o progresso do reino humano, porém, muito pode atrasar esse progresso, mas um dia a gente cansa e para de perder tempo.

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