Tomas Bravo/Reuters
Tomas Bravo/Reuters

Há 50 anos, Gabriel García Márquez lançava 'Cem Anos de Solidão'

Mais importante obra do escritor colombiano foi publicada em maio de 1967 e já vendeu mais de 30 milhões de cópias no mundo todo

Redação, O Estado de S. Paulo

24 Maio 2017 | 16h08

Um dos mais importantes romances da história da literatura, Cem Anos de Solidão celebra seus 50 anos este mês. A obra do escritor colombiano Gabriel García Márquez, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1982, chegou às livrarias - primeiro, na Argentina - em maio de 1967.

A história é situada da mítica Macondo, aldeia fictícia criada por Gabo. É lá que vive a família Buendía – Iguarán, protagonista desta história em suas diversas gerações. Os personagens de Cem Anos de Solidão são visitados por fantasmas, uma praga de insônia envolve Macondo, uma criança nasce com rabo de porco e um sacerdote levita sobre o chão. Mas essa é só uma parte do cultuado romance. 

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“A fascinação mundial despertada por 'Cem Anos de Solidão' foi a reação lógica à energia poética do escritor e à sua fulgurante imaginação. Mas também a um tema que ronda as fantasias dos ocidentais desde o descobrimento do Novo Mundo e que a partir da Revolução Cubana se transformou em verdadeira obsessão: a inocência do latino-americano e o poder corruptor do Ocidente”, escreveu o crítico Carlos Granés.

Nascido em Aracataca, no dia 6 de março de 1927, e morto em 17 de abril de 2014, Gabriel García Márquez, um dos principais nomes do realismo fantástico e do boom latino-americano, escreveu outras obras que, como Cem Anos de Solidão, que foi publicado em 35 idiomas e vendeu 30 milhões de cópias, foram sucesso de crítica e de público. Entre elas, Ninguém Escreve ao Coronel, Crônica de Uma Morte Anunciada, O Amor nos Tempos do Cólera e Memórias de Minhas Putas Tristes.

 

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