Laura Capelhuchnik/Estadão
A Flip 2019 presta homenagem a Euclides da Cunha  Laura Capelhuchnik/Estadão

App Flip 2019: mesas com autores serão transmitidas ao vivo; saiba como assistir

Festa Literária Internacional de Paraty começa nesta quarta-feira, 10

Redação, O Estado de S.Paulo

10 de julho de 2019 | 11h45

A Festa Literária Internacional de Paraty (Flip 2019) lançou nesta quarta-feira, 10, o aplicativo Flip, que transmitirá ao vivo as mesas do evento. O app está disponível para Android e iOS.

Além de assistir aos encontros, os usuários receberão notificações sobre o Programa Principal da feira. Serão disponibilizados, ainda, conteúdos exclusivos, como entrevistas históricas e melhores momentos da história da Flip. 

Durante a Flip 2019, que acontece entre esta segunda-feira, 10, e o próximo domingo, 14,  o app estará disponível gratuitamente para download. Após o fim do evento, passa a ser exclusivo para assinantes (R$ 35/mês ou R$ 249/ano).

A Flip conta com a presença de 33 escritores de 10 nacionalidades e tem este ano Euclides da Cunha como autor homenageado.

Serão, ao todo, 21 mesas que terão uma dinâmica um pouco diferente nesta edição da Flip. Algumas delas terão 1h15 de duração, como nos outros anos, e outras vão durar menos: 45 minutos (e poderão ser no formato conferência, performance ou entrevista).

Entre os convidados estão o cineasta português Miguel Gomes, que prepara o filme Selvajaria, uma adaptação de Os Sertões; a escritora e cordelista Jarid Arraes; o historiador José Murilo de Carvalho; o dramaturgo Zé Celso Martinez Corrêa; a cantora Adriana Calcanhotto e o quadrinista Marcelo D'Salete, entre outros. A curadoria da Flip é de Fernanda Diamant. 

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Flip 2019: veja a programação completa e os autores confirmados

A Festa Literária Internacional de Paraty recebe 30 autores brasileiros e estrangeiros entre os dias 10 e 14 de julho; veja as principais informações sobre a Flip 2019

Redação, O Estado de S. Paulo

31 de maio de 2019 | 10h00

A 17.ª Festa Literária Internacional de Paraty abre na segunda-feira, 3, a venda dos ingressos para o evento que será realizado de 10 a 14 de julho. As entradas custam R$ 55 e podem ser adquiridas no site da Flip. Durante a Flip 2019, a venda será realizada apenas em Paraty, na bilheteria oficial localizada no Auditório da Matriz, entre os dias 10 a 13 de julho, das 9h às 21h, e no dia 14, das 9h às 13h.

A Flip 2019 tem curadoria de Fernanda Diamant. O autor homenageado é Euclides da Cunha. Serão, ao todo, 30 convidados brasileiros e estrangeiros. Entre eles estão o cineasta português Miguel Gomes, que prepara o filme Selvajaria, uma adaptação de Os Sertões; a escritora e cordelista Jarid Arraes; o historiador José Murilo de Carvalho; o dramaturgo Zé Celso Martinez Corrêa; a cantora Adriana Calcanhotto e o quadrinista Marcelo D'Salete. Veja a programação completa da Flip 2019 abaixo.

Data

​A Flip 2019 será realizada entre os dias 10 e 14 de junho, em Paraty. É possível acompanhar as mesas em dois espaços: ao vivo na Tenda da Matriz, com ingressos pagos, e pelo telão na Tenda da Praça, com entrada gratuita. 

Ingressos

Os ingressos para a Flip 2019 vão custar R$ 55 (R$ 27,50 meia) e poderão ser comprados no site do evento. Do dia 10 de julho em diante, os ingressos, se sobrarem, serão vendidos apenas em Paraty, na bilheteria oficial localizada na Praça da Matriz. A venda é limitada a dois ingressos por CPF para cada mesa da Flip, nos canais digitais e físicos para aquisição. As compras feitas pela internet só são possíveis com cartão de crédito (Amex, Dinners, Elo, Master e Visa). A compra presencial na Flip aceita também cartões de débito e Vale Cultura.

Programação paralela

​​Uma ampla programação cultural é realizada por editoras, instituições e centros culturais pela cidade durante a Flip. O Sesc tem se destacado nos últimos anos, com uma ampla agenda voltada à literatura brasileira. A programação, em geral, é gratuita e será anunciada mais perto do evento.

​Programação completa da Flip 2019

Quarta-feira, 10 de julho

19h – Mesa 1: Canudos

Walnice Nogueira Galvão

Quinta-feira, 11 de julho

10h30 – Mesa 2: Bendegó

Aparecida Vilaça 

12h – Mesa 3: Uauá 

Adriana Calcanhotto, Guilherme Wisnik e Nuno Grande

15h30 – Mesa 4: Sincorá

José Miguel Wisnik

17h – Mesa 5: Bom Conselho 

Kristen RoupenianSheila Heti

19h – Mesa 6: Serra Grande 

Maureen Bisilliat

20h30 – Mesa 7: Quirinquinquá 

Gaël Faye e Kalaf Epalanga

Sexta-feira, 12 de julho

10h – Mesa 8 (Zé Kleber): Cumbe 

Marcela Cananéa e Marcelo D’Salete 

12h – Mesa 9: Angico 

Ayelet Gundar-Goshen e Ayobami Adebayo

15h30 – Mesa 10: Tróia de Taipa 

José Murilo de Carvalho

17h – Mesa 11: Jeremoabo 

Karina Sainz Borgo e Miguel Del Castillo 

19h – Mesa 12: Mata da Corda 

Grada Kilomba

20h30 – Mesa 13: Vaza-Barris (O Irapiranga dos Tapuias) 

Ailton Krenak e José Celso Martinez Corrêa

Sábado, 13 de julho

10h30 – Mesa 14: Cansanção 

Marilene Felinto

12h – Mesa 15: Monte Santo

Ismail Xavier e Miguel Gomes 

15h30 – Mesa 16: Poço de Cima 

Grace Passô

17h – Mesa 17: Vila Nova da Rainha 

Carmen Maria Machado e Jarid Arraes

19h – Mesa 18: Massacará 

Stuart Firestein

20h30 – Mesa 19: Cocorobó 

Cristina Serra e David Wallace-Wells 

Domingo, 14 de julho

10h30 – Mesa 20: Santo Antônio da Glória 

Braulio TavaresMariana Enriquez 

12h30 – Mesa 21: Livro de Cabeceira

Participação especial: Amyr Klink

 

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Data, programação, ingressos e tudo sobre a Flip 2019

A Festa Literária Internacional de Paraty recebe 30 autores brasileiros e estrangeiros entre os dias 10 e 14 de julho; veja as principais informações sobre a Flip 2019

Redação, O Estado de S. Paulo

31 de maio de 2019 | 10h00

A 17.ª Festa Literária Internacional de Paraty abre na segunda-feira, 3, a venda dos ingressos para o evento que será realizado de 10 a 14 de julho. As entradas custam R$ 55 e podem ser adquiridas no site da Flip. Durante a Flip 2019, a venda será realizada apenas em Paraty, na bilheteria oficial localizada no Auditório da Matriz, entre os dias 10 a 13 de julho, das 9h às 21h, e no dia 14, das 9h às 13h.

A Flip 2019 tem curadoria de Fernanda Diamant. O autor homenageado é Euclides da Cunha. Serão, ao todo, 30 convidados brasileiros e estrangeiros. Entre eles estão o cineasta português Miguel Gomes, que prepara o filme Selvajaria, uma adaptação de Os Sertões; a escritora e cordelista Jarid Arraes; o historiador José Murilo de Carvalho; o dramaturgo Zé Celso Martinez Corrêa; a cantora Adriana Calcanhotto e o quadrinista Marcelo D'Salete. Veja a programação completa da Flip 2019 abaixo.

Data

​A Flip 2019 será realizada entre os dias 10 e 14 de junho, em Paraty. É possível acompanhar as mesas em dois espaços: ao vivo na Tenda da Matriz, com ingressos pagos, e pelo telão na Tenda da Praça, com entrada gratuita. 

Ingressos

Os ingressos para a Flip 2019 vão custar R$ 55 (R$ 27,50 meia) e poderão ser comprados no site do evento. Do dia 10 de julho em diante, os ingressos, se sobrarem, serão vendidos apenas em Paraty, na bilheteria oficial localizada na Praça da Matriz. A venda é limitada a dois ingressos por CPF para cada mesa da Flip, nos canais digitais e físicos para aquisição. As compras feitas pela internet só são possíveis com cartão de crédito (Amex, Dinners, Elo, Master e Visa). A compra presencial na Flip aceita também cartões de débito e Vale Cultura.

Programação paralela

​​Uma ampla programação cultural é realizada por editoras, instituições e centros culturais pela cidade durante a Flip. O Sesc tem se destacado nos últimos anos, com uma ampla agenda voltada à literatura brasileira. A programação, em geral, é gratuita e será anunciada mais perto do evento.

​Programação completa da Flip 2019

Quarta-feira, 10 de julho

19h – Mesa 1: Canudos

Walnice Nogueira Galvão

Quinta-feira, 11 de julho

10h30 – Mesa 2: Bendegó

Aparecida Vilaça 

12h – Mesa 3: Uauá 

Adriana Calcanhotto, Guilherme Wisnik e Nuno Grande

15h30 – Mesa 4: Sincorá

José Miguel Wisnik

17h – Mesa 5: Bom Conselho 

Kristen RoupenianSheila Heti

19h – Mesa 6: Serra Grande 

Maureen Bisilliat

20h30 – Mesa 7: Quirinquinquá 

Gaël Faye e Kalaf Epalanga

Sexta-feira, 12 de julho

10h – Mesa 8 (Zé Kleber): Cumbe 

Marcela Cananéa e Marcelo D’Salete 

12h – Mesa 9: Angico 

Ayelet Gundar-Goshen e Ayobami Adebayo

15h30 – Mesa 10: Tróia de Taipa 

José Murilo de Carvalho

17h – Mesa 11: Jeremoabo 

Karina Sainz Borgo e Miguel Del Castillo 

19h – Mesa 12: Mata da Corda 

Grada Kilomba

20h30 – Mesa 13: Vaza-Barris (O Irapiranga dos Tapuias) 

Ailton Krenak e José Celso Martinez Corrêa

Sábado, 13 de julho

10h30 – Mesa 14: Cansanção 

Marilene Felinto

12h – Mesa 15: Monte Santo

Ismail Xavier e Miguel Gomes 

15h30 – Mesa 16: Poço de Cima 

Grace Passô

17h – Mesa 17: Vila Nova da Rainha 

Carmen Maria Machado e Jarid Arraes

19h – Mesa 18: Massacará 

Stuart Firestein

20h30 – Mesa 19: Cocorobó 

Cristina Serra e David Wallace-Wells 

Domingo, 14 de julho

10h30 – Mesa 20: Santo Antônio da Glória 

Braulio TavaresMariana Enriquez 

12h30 – Mesa 21: Livro de Cabeceira

Participação especial: Amyr Klink

 

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Convidada da Flip, Mariana Enriquez mostra o universo sombrio do fanatismo no rock

Mariana é um dos destaques da 17.ª Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip, que começa nesta quarta-feira, 10

Entrevista com

Mariana Enriquez

Ubiratan Brasil, O Estado de S.Paulo

10 de julho de 2019 | 03h00

O leitor brasileiro descobriu a escrita pulsante da argentina Mariana Enriquez por meio dos contos de As Coisas Que Perdemos no Fogo, lançado aqui em 2017 e que surpreendeu por apresentar uma Buenos Aires desoladora, onde o horror surgia na descrição de casas e ruas abandonadas, frequentadas por prostitutas, viciados e crianças solitárias e nas quais também era comum aparecerem corpos mutilados, pessoas que simplesmente desaparecem, luzes que se acendem e se apagam sozinhas. No livro que agora chega ao Brasil, Este É o Mar (Intrínseca), Mariana mantém a tensão, mas o cenário é mais glamouroso: o mundo das estrelas do rock.

Mariana é um dos destaques da 17.ª Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip, que começa nesta quarta, 10, na cidade fluminense. Como o escritor homenageado deste ano será Euclides da Cunha, o evento começa com uma palestra da especialista Walnice Nogueira Galvão – a argentina fala com o público no último dia, domingo, 14, ao lado de Braulio Tavares.

Não se engane, porém, que, ao tratar do mundo estelar da música, Mariana abandona uma narrativa que incomoda o leitor. Em Este É o Mar, ela parte de uma interessante questão: como tornar imortal uma lenda do rock? O que o artista precisa fazer para se tornar inesquecível? É a senha para a argentina criar uma vida paralela, formada pelas Luminosas, que são seres atemporais responsáveis pela criação desses mitos a partir da devoção incondicional de seus fãs. Assim, cada Luminosa se orgulha de ter criado a imortalidade para um determinado músico. Kurt Cobain? Obra da Luminosa Violeta. Jim Morrison? Marianne. Sid Vicious? Cumprimente Gina.

O livro, portanto, acompanha a trajetória de Helena que, para se tornar uma Luminosa, tem a missão de eternizar James Evans, vocalista da banda Fallen. É importante lembrar que induzir fãs a morrerem por seus ídolos traz pontos preciosos nesse jogo. O mundo atual da devoção, no entanto, é diferente do de décadas atrás, agora marcado pela fugacidade dos desejos, o que torna ainda mais difícil a tarefa de Helena. É nesse ambiente que Mariana Enriquez, a partir de uma fábula soturna, lança um olhar crítico sobre um universo que rende milhões de dólares, mas que não deixa de ser opaco. Por telefone, desde Buenos Aires, a escritora falou com o Estado.

Como foi deixar o universo sombrio de As Coisas Que Perdemos no Fogo para adentrar o fantástico que marca Este É o Mar?

Não foi difícil, pois escrevi os dois livros ao mesmo tempo. O contraste entre eles me estimulava. Os contos foram mais simples, pois são marcados pelo terror, gênero que me fascina, e são ambientados em lugares conhecidos. Aliás, preciso deixar claro que não tenho uma personalidade tão escura, séria, como a que aparece nos contos. Já Este É o Mar nasceu do prazer de escrever sobre o fim do rock – digo isso pois não vejo mais bandas como as de antigamente. Penso na cultura juvenil que vi desaparecer ao longo desses anos. E preferi usar o ponto de vista das fãs, que são desconhecidas, apenas parte de uma grande massa de pessoas.

Os fãs lhe interessam mais do que os ídolos?

Nesse caso, sim. Essa ideia de um público formando uma massa me interessa. Acredito que um concerto de rock é, para muitas meninas, um rito de passagem. E, por ser coletivo, pode provocar reações inesperadas – penso agora nos seguidores de Charles Manson (líder de um grupo que cometeu vários assassinatos nos EUA nos anos 1960, entre eles o da atriz Sharon Tate). No livro, pretendi individualizar essas fãs porque, no coletivo, suas histórias se perdem. E elas cultivam uma espécie de religião pagã que é a devoção incondicional por um artista.

O que mais lhe interessa em um mito e, especificamente, em um do rock?

O que me fascina é realmente essa ideia de coletivo, de uma devoção conjunta. Isso é muito comum na adolescência, quando a individualidade se perde no meio do grupo. Aquela histeria que normalmente se vê em grandes shows de rock é, na verdade, um grito de guerra das fãs. E isso é importantíssimo pois, sem esses berros, não haveria Elvis, não haveria Beatles, Rolling Stones. Ou seja, elas ajudaram a construir o mito. Isso me interessa muitíssimo na mitologia do rock: tendo a pensar que, historicamente, as fãs sempre foram as mesmas, ou seja, que sempre houve um grupo que não muda com o passar dos anos. Por isso que vejo esses shows como um rito de passagem: elas abandonam o casulo que é sua adolescência para buscar uma maturidade, uma sexualidade. A própria figura do ídolo do rock mudou.

Como assim?

Agora temos uma masculinidade mais suave: Fred Mercury, Kurt Cobain, Bob Dylan, Bowie. Eles não se preocupam tanto em dominar o cenário, são pessoas cultas, leitores de Shakespeare, Borges. 

ESTE É O MAR. Mariana Enriquez. Tradução de Elisa Menezes. Editora Intrínseca (176 págs., R$ 29,90 versão impressa, R$ 19,90 e-book). 

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Flip 2019: Moradores de Paraty marcam protesto contra Glenn Greenwald

Jornalista é convidado da programação paralela da Festa e deve participar de mesa de debates na sexta-feira, 12

Redação, O Estado de S. Paulo

10 de julho de 2019 | 21h45

PARATY - Um grupo de moradores organiza em redes sociais e grupos de Whatsapp um protesto contra a presença do jornalista Glenn Greenwald na programação da Festa Literária Internacional de Paraty

O jornalista, que foi à Flip em 2014 para falar sobre os esquemas de espionagem da Agência Nacional de Espionagem dos EUA descobertos por Snowden e revelados por ele, volta a Paraty como um dos principais nomes da Flipei (Festa Literária Pirata das Editoras Independentes) – também conhecida como o barco pirata da Flip. Fundador do The Intercept Brasil, ele fala, agora, sobre as conversas vazadas dos procuradores da Lava Jato, bem como do então juiz Sérgio Moro, e dos desafios do jornalismo em cobrir a operação.

Greenwald está escalado para participar da mesa “Os desafios do jornalismo em tempos de Lava Jato”, na sexta-feira, 12, às 19h, com Alceu Castilho, Gregorio Duviver e Sergio Amadeu.

"Convocamos todos os Paratienses honestos, trabalhadores desta cidade independente de partido ou opção política, a participar da manifestação que será realizada na próxima sexta feira 12/7 as 17:00hs na praça do Chafariz em repúdio à presença do jornalista Glenn Greenwald", diz a mensagem compartilhada via redes sociais, sem identificação de grupos, partidos ou mesmo de indivíduos fazendo a convocação.

"Aproveitamos para expor nossa indignação a esse apoio dado pela Flip. Pedimos às nossas autoridades da cidade de Paraty que não permitam mais tal atitude. Não queremos eventos políticos misturados com as festas da cidade. Basta!", prossegue a mensagem, chamando o protesto político para o mesmo dia da mesa.

A Flip divulgou uma nota informando que não é responsável pela programação dos espaços parceiros. "Essas programações são construídas de forma autônoma e não necessariamente refletem a opinião da Flip. Os organizadores da Festa Literária não se vêem no papel de desautorizar manifestações que por ventura ocorram no seu território, contanto que as mesmas não contenham teor ofensivo ou discriminatório", diz a nota da Festa.

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