WILTON JUNIOR / ESTADÃO
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Coordenação de Diversidade Sexual da prefeitura acusa Bienal de veto a visita

Em nota, a direção da Bienal do Livro informou não ter recebido nenhum pedido para visita da comitiva da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual

Fabio Grellet/RIO, O Estado de S.Paulo

07 de setembro de 2019 | 19h41

Em meio à tentativa de fiscalização e apreensão de livros com conteúdo considerado impróprio para criancas e adolescentes, a prefeitura do Rio envolveu-se em outra polêmica com a organização da Bienal do Livro, que acontece no Riocentro, na zona oeste da capital fluminense.

A Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual, órgão da prefeitura, emitiu nota afirmando que uma visita oficial do coordenador do órgão, Nélio Georgini, que estaria prevista para este domingo, 8, foi vetada pela organização do evento. Alegou ainda que, em protesto, servidores do órgão farão uma visita ao evento de forma extraoficial.

Em nota, a direção da Bienal do Livro informou não ter recebido nenhum pedido para visita da comitiva da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual. "O festival está de portas abertas para as autoridades", ressalta a Bienal.

O Estado apurou que, na tarde deste sábado, 7, um assessor da coordenadoria entrou em contato com a assessoria de imprensa da Bienal e solicitou o credenciamento para a visita da equipe. A assessoria informou que só a atende jornalistas e informou que visitas de autoridades devem ser solicitadas a outro setor da organização.

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