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Advogados de Roberto Carlos se dizem satisfeitos com decisão

Texto divulgado à imprensa afirma que ministros do STF deram grande atenção ao respeito à privacidade dos biografados

O Estado de S.Paulo

12 de junho de 2015 | 08h00

Os representantes de Roberto Carlos, advogados Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, e Marco Antonio Campos, assinaram uma carta que foi enviada na tarde de ontem à imprensa. O documento usa o tom de vitória: “Roberto Carlos e o Instituto Amigo vêm a público declarar sua grande satisfação com a decisão do Plenário do Supremo Tribunal Federal, no julgamento da ADI no. 4815, pelos seguintes motivos: conforme expressamente defendido da Tribuna pelo advogado Kakay, nossa posição era inequívoca no sentido da desnecessidade da autorização prévia para a publicação de biografias.” O texto recupera falas dos ministros do Supremo que fizeram observações com relação à preservação da intimidade ou privacidade dos biografados. “Desde o voto da ministra relatora Cármen Lúcia, ficou claro que o STF, ao mesmo tempo que afastava a necessidade de autorização prévia, ratificava a imperiosidade da inviolabilidade constitucional da privacidade e da honra dos biografados.” Outro citado é o presidente da Corte, Ricardo Lewandowski. “(Ele) afirmou que ‘não existem direitos ou liberdades absolutos’ e reafirmou a ‘possibilidade das pessoas recorrerem à Justiça’.”

Paulo Cesar de Araújo, do outro lado do front, também comemorou. Ao Estado, disse que, agora, conseguia respirar aliviado e que não tem mágoas de Roberto. "Ele é o meu objeto de estudo". Araújo pretende agora relançar o livro proibido em uma edição ampliada. "Preciso colocar os detalhes que ocorreram na vida de Roberto desde 2006, incluindo o episódio do Procure Saber." 

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