Zoomp une a nostálgica saia balonê ao jeans

A descrição para os looks da Zoomp, segundo Marcos Mion (hoje é quase um desses artistas multimeios, um pouco faz tudo, inclusive moda), é a do pop, o que ocorreu com a Triton (ontem). Mas pop, nesse caso, tem um outro sentido. Os signos pops nas roupas não são visíveis, como a presença do rock e seus balangandãs, o que ocorreu com a Triton (ontem). Mas no sentido de que um pouco de tudo o que vai agradar, o que será consumido nesse verão, está ali, na Zoomp. E, para Mion, uma das fontes de inspiração de sua marca, a Sheep. E ele esteve nos dois desfiles.Vestidos de georgette, shortinhos charmosos de malhas, tricôs safári, malhas pérolas, a transparência do tule, enfim, um mix variado de tecidos leves, com combinações em pares como azul e verde (outra tendência é o verde e o rosa), permeando todo o styling dessa coleção. A Zoomp, como observou Mion, quase não trouxe t-shirts, as suas preferidas. As camisas se destacaram para os dois sexos, dando bastante ênfase aos ombros marcados, como nos anos 80. Elas foram usadas de forma bem ousada, amarradas aos corpos femininos como se fossem vestidos. Uma saída criativa para essa peça. Outra pérola da década rocker e nostálgica, presente nessa coleção, é a volta da saia balonê, em angelicais tons de rosa. Já o Jeans, como sempre, volta a reinar nesta moda, desta vez numa lavagem stone washed. A palheta de cores é variada. A padronagem de tecidos também. O básico é tratado como chique (e funciona, é belo). Há um pouco essa idéia no ar de que se pode agradar a todos. E isso acontece. Depois de Jum Nakao, esse foi o outro desfile que empolgou, arrancando fortes aplausos da platéia. Veja Galeria

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