Zeca Camargo: piloto de provas do "No Limite"

Uma das provas boladas para o primeiro No Limite, que iria ser realizada no mar, foi descartada porque o apresentador Zeca Camargo, nadador contumaz, quase não conseguiu realizá-la. Pois é, embora instalado muito mais confortavelmente que os integrantes da competição e se alimentando bem melhor, a rotina de Zeca durante as gravações não se limitou às entrevistas e à mediação durante os encontros das equipes Sol e Lua no Portal dos Quatro Elementos. ?Realizei todas as provas, menos comer olho de cabra?, conta o apresentador, revelando que o desafio mais indigesto a que os pioneiros de No Limite tiveram de se submeter surpreendeu também a produção. ?Ninguém pensou que os concorrentes teriam estômago para comer todos os olhos. Não sobrou nenhum e tivemos de armar uma outra prova para termos um eliminado?, lembra. Por isso mesmo, pode-se esperar coisa bem pior para os próximos episódios. ?Aquilo foi apenas o aperitivo?, diverte-se Zeca. Pé-frio - Embora seja o único integrante da equipe com autorização para se dirigir aos participantes, o jornalista diz que não se tornou íntimo de ninguém. Às vezes algum deles me telefona. O Thiago ligou para contar que posou para a revista; a Pipa me convidou para o casamento, mas não ficamos amigos?, diz, admitindo que ainda não leu o livro de Elaine. Aliás, mesmo classificando a vitória da cabeleireira gordinha de fascinante, Zeca revela que tinha outros favoritos. ?Primeiro torci para a Ilma, mas ela saiu. Passei a torcer para o Thiago, outro eliminado. Por último, torci para a Juliana. Quando vi que todos que eu escolhia acabavam fora do jogo, desisti? , brinca. Perigo - Até o embarque, junto com os concorrentes, no último fim de semana, Zeca não tinha posto os pés na área onde a Globo armou seu set de gravações. Mesmo assim, munido de todas as informações, ajudou a bolar as provas que deverão entreter espectadores de todo o Brasil. ?Diria que o novo lugar é mais arriscado, mais difícil. Há muito mais perigos naturais?, avisa, ressalvando, porém, que, por mais difíceis que sejam as competições, elas estão longe de ser o principal obstáculo à conquista do prêmio principal. ?O maior desafio é sempre a convivência. As provas ocupam um pedaço muito pequeno do tempo deles juntos?, argumenta.Para Zeca, é justamente esta peculiaridade que faz de cada No Limite um programa único e imprevisível. ?Se jogássemos aquele primeiro grupo pro alto e deixássemos cair, com uma divisão diferente das equipes, sairia outro programa. A mesma coisa aconteceria com este novo grupo?, diz. E promete: ?Não tem ninguém nessa segunda edição que você pode chamar de apagadinho. Ninguém vai passar despercebido neste programa.?

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