Violonista Fábio Zanon assume Festival de Campos

O Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão anunciou a programação de sua 44.ª edição, que ocorre de 29 de junho a 28 julho e, pela segunda vez, será organizada pela Fundação Osesp. O orçamento previsto para este ano é de R$ 6,2 milhões: R$ 2,5 milhões recebidos do governo do Estado e o restante patrocinado pela iniciativa privada.

MARIA EUGÊNIA DE MENEZES, Agência Estado

22 de maio de 2013 | 10h30

Pela primeira vez, o violonista Fábio Zanon assume a coordenação artístico-pedagógica do evento. De acordo com a organização, ele deve permanecer no posto por dois anos. Em 2013, Zanon retomou uma importante parceria internacional que havia sido interrompida no ano passado: a Juilliard School, de Nova York, volta a enviar professores e estudantes para a cidade. Aspecto importante na programação pedagógica, o curso de composição, que havia sido abandonado em 2012, também será reiniciado nesta edição, com a presença do compositor finlandês Kalevi Aho. Ao longo de 29 dias, os 144 bolsistas terão aulas e master classes com 50 professores, entre brasileiros e estrangeiros. "Meu maior desafio como coordenador foi fazer com que a programação de artistas e orquestras se harmonizasse com o núcleo pedagógico", diz Zanon.

A programação deste ano oferece cerca de 60 concertos, entre apresentações sinfônicas e de câmara. A direção artística é assinada por Arthur Nestrovski e conta com consultoria artística de Marin Alsop, regente da Osesp. Alsop dará aulas para o curso de regência e também vai conduzir a orquestra formada por alunos do festival em duas ocasiões. O conjunto também será regido, em outro momento, pelo maestro Celso Antunes. Os três programas serão reapresentados na Sala São Paulo.

Entre os solistas convidados estão a violinista Jennifer Koh, os pianistas Pedro Burmester e Angela Hewitt, o trombonista Jörgen Van Rijen, além do aclamado grupo vocal Single Singers. "São músicos que estão entre os maiores do mundo", ressaltou Nestrovski. Eles se apresentarão ao lado de orquestras brasileiras, como a própria Osesp, a Orquestra Sinfônica Brasileira - OSB, e a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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