Violão quebrado fez história

Sérgio Ricardo assistiu ao filme no início da semana, no Rio. Admite que foi difícil. Entrou para a história sua reação. Diante das manifestações do público que vaiava Beto Bom de Bola, ele perdeu o controle, quebrou o violão e o jogou na plateia. "Achei bacana que eles (os diretores) mostrem o clima antes da minha explosão." São cerca de seis minutos que contextualizam o gesto sem necessidade de palavras. O mais importante é o que vem antes. Paulo Machado de Carvalho, diretor da Record, confessa que o festival era uma armação. "E eu estava sendo sincero", diz o artista. O público, no final da sessão no Rio, foi solidário com ele. Foram momentos de intensa emoção para o cantor e compositor que se prepara para retomar a carreira como diretor, com A História de Joana/João, baseado no poema de Drummond.

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