Vida Coletiva é o tema do próximo seminário da Bienal

Após três encontros no Porão das Artes do Ibirapuera, a 27.ª Bienal vai promover, na sexta-feira e no sábado, o seminário Vida Coletiva, organizado pela curadora-geral Lisette Lagnado. Deram origem ao tema Vida Coletiva as vertentes dos seminários de Roland Barthes no Collège de France, realizados em 1976 e 1977. Através de uma análise sobre o viver-junto e o viver-só, o filósofo reflete sobre ritmos de vida. Um dos destaques é a participação do filósofo Celso Favaretto, que vai enfocar o desejo de viver a arte, a partir de uma análise da produção artística nas décadas de 60 e 70. Os próximos seminários já têm datas definidas: Trocas, acontece nos dias 9 e 10 de outubro, com organização da co-curadora Rosa Martínez, e Acre, organizado pelo co-curador José Roca, está marcado para os dias 10 e 11 de novembro.A 27.ª Bienal de São Paulo abrirá as portas para o público em outubro, mas começou em janeiro o primeiro dos seis seminários internacionais que vai realizar ao longo do ano para discutir aspectos da produção contemporânea a partir de idéias-chave adotadas para o evento, intitulado Como Viver Junto.

Agencia Estado,

03 de agosto de 2006 | 13h24

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