Vendas durante Fashion Rio rendem R$ 470 milhões

Resultado do Fashion Business é 5,5% melhor do que o verificado no mesmo período do ano passado

Roberta Pennafort, de O Estado de S. Paulo,

13 de junho de 2008 | 17h14

O Fashion Business, bolsa de negócios de moda que funciona paralelamente ao Fashion Rio, gerou vendas no valor de R$ 470 milhões, conforme anunciado na tarde desta sexta-feira, 13, pelo presidente da Federação das Indústrias do Rio, Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira. Desse total, US$ 16 milhões foram para o exterior. O resultado foi 5,5% melhor do que o verificado no mesmo período do ano passado. O Fashion Business contou com 150 marcas expositoras, que puderam fazer contato direto com compradores do Brasil e do mundo.  Eloysa Simão, organizadora do Fashion Rio, que termina nesta sexta com o desfile da Redley, fez uma avaliação bem positiva da semana de moda. Sobre a saída de Gisele Bündchen (que passa a desfilar em São Paulo, já que a grife que a tem como modelo exclusiva, a Colcci, se mudou para o São Paulo Fashion Week), ela disse: "É sempre bom ter uma celebridade na passarela. Mas jamais esse evento foi montado para isso. Quero todas as modelos, quero Gisele, Claudia Schiffer... Meu sonho de consumo é ter a Heidi Klum. Até tentei, mas não consegui".  Eloysa ressalvou ainda que "prenunciar uma crise antes de ela existir é uma loucura. Eu acho exagerado. O evento está redondo". Cinqüenta grifes desfilaram no Fashion Rio desde a última sexta-feira. Durante a coletiva de divulgação dos números do Fashion Business, Eloysa anunciou uma parceria com a Fundação Pret-à-porter, da França, que prevê a vinda de estilistas franceses ao Brasil e de brasileiros para lá, a partir da edição do Fashion Rio de junho de 2009. A troca é motivada pelo Ano da França no Brasil.

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