Uma rede que não para de crescer

Depois da inauguração do Belenzinho, o Sesc deve centrar esforços na abertura de unidades menores, que deem continuidade ao processo de expansão da rede. "A demanda pelos nossos serviços não para de crescer", diz Danilo Santos de Miranda, diretor regional do Sesc SP.

Maria Eugênia de Menezes, O Estado de S.Paulo

25 de novembro de 2010 | 00h00

Para 2011, a expectativa é de duas novas unidades abertas ainda no primeiro semestre. Nas imediações da Avenida Rio Branco, em plena zona da cracolândia, está o prédio que deve abrigar o Sesc Bom Retiro. Já a zona sul da cidade, deve receber um reforço na rede com a abertura do Sesc Santo Amaro, localizado nas imediações do Largo 13 de Maio.

Nos dois casos, a oferta de serviços deve ser variada, mesclando a agenda cultural a opções de lazer e esporte. "São unidades de médio porte, que devem lembrar o Sesc Santana ou o Sesc Ipiranga", pontua Miranda. "Deve ter tudo o que a gente fez no Belenzinho, só que em escala reduzida."

A nova menina dos olhos da rede Sesc, porém, só deve ser entregue ao público em 2012. É a data prevista para a inauguração da unidade da Avenida Paulista.

Com a transferência da administração do Sesc para uma sede na zona leste, bem próxima à unidade Belenzinho, os 15 andares do edifício da Avenida Paulista devem ser completamente reformulados. A intenção, explica o diretor regional, é dar ao antigo prédio de escritórios um perfil bastante específico: voltado à arte, à tecnologia e ao corpo.

Até 2015, a antiga unidade provisória 24 de maio, que funcionava num antigo prédio da Mesbla, deve ser inaugurada com projeto de Paulo Mendes da Rocha. Estão previstas ainda unidades em Guarulhos e Osasco.

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