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Uma palma, o Brasil na croisette

Embora tenha recebido somente uma Palma de Ouro - por O Pagador de Promessas, de Anselmo Duarte, em 1962 -, o Brasil tem tradição na Croisette. O País já ganhou um prêmio de aventuras (O Cangaceiro, de Lima Barreto); de direção (O Dragão da Maldade, de Glauber), a Palma de Ouro do curta (Meow, de Sérgio Magalhães), prêmios de interpretação (Fernanda Torres, por Eu Sei Que Vou te Amar; e Sandra Corvelloni, por Linha de Passe) e de crítica (por Vidas Secas e Memórias do Cárcere, de Nelson Pereira). Este ano, além de homenageado, o Brasil tem vários filmes em coprodução. O de Walter Salles, On the Road, é franco-americano. La Playa DC, de Juan Arano, em Un Certain Regard, é coprodução com a Colômbia; Infância Clandestina, de Benjamin Ávila, na Quinzena, com a Argentina. E existem os curtas (no quadro abaixo).

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