Uma boa cartilha

MUSE 2

, O Estado de S.Paulo

08 de maio de 2010 | 00h00

O Muse entendeu a nova ordem e comeu pelas beiradas. Um disco bom uma hora, outro razoável, uma entrada em seriado, outra em videogame, e voilà. Vi o Muse em um bar de Nova York em 2002. A banda já vendia bastante no Reino Unido, mas naquele dia, na América, o trio, chegando de Londres já com um elogiado 2º disco embaixo do braço, tocava em um bar tipo o Neu, de São Paulo, reduto indie sem palco, banda no chão. Em menos de oito anos, foi um avanço considerável nos EUA para um grupo bem inglês, que na Europa já toca em estádio.

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